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Amigas criam empresa dentro de um quarto. Hoje, faturam R$ 1 milhão

Amigas criam empresa dentro de um quarto. Hoje, faturam R$ 1 milhão

Ana Gomes e Lívia Mangini começaram sua própria agência no apartamento de Mangini, com R$ 10 mil de investimento. Em 2016, já faturaram R$ 1,3 milhão

As empreendedoras Ana Gomes e Lívia Mangini começaram sua própria agência de eventos no apartamento de Mangini, com $ 10 mil e nenhum funcionário a mais. O hábito de reinvestir o lucro obtido fez com que a Magnólia Comunicação, nome escolhido para a empresa, expandisse: em 2016, o negócio já acumulou um faturamento de 1,3 milhão de reais.

Ana Gomes e Lívia Mangini começaram sua própria agência no apartamento de Mangini, com R$ 10 mil de investimento. Em 2016, já faturaram R$ 1,3 milhão
Ana Gomes e Lívia Mangini começaram sua própria agência no apartamento de Mangini, com R$ 10 mil de investimento. Em 2016, já faturaram R$ 1,3 milhão

“Trabalhamos muito com indicação por parte de clientes anteriores, e isso já dá confiança ao novo cliente. O fato de fazer uma reunião em um café, pois estávamos alocadas em um quarto na casa da Lívia, não o fazia mudar de ideia”, conta Ana.

Ana e Lívia foram colegas de faculdade: ambas cursaram Relações Públicas na Cásper Líbero, em São Paulo. Depois do curso superior, elas trabalham para empresas e agências diferentes durante cinco anos. Um trabalho em comum, em produção de eventos, fez com que as amigas se juntassem com outros sócios para gerir uma agência de comunicação e marketing focada em internet.

“Porém, tínhamos seis sócios com cabeças muito diferentes. A gestão não ia muito bem”, conta Lívia. “Nós entendemos que tínhamos experiência na área de eventos e que nossa mentalidade de negócios era a mesma. Por isso, encerramos o contrato de sociedade e abrimos nossa própria agência, focada nessa área.”

Em 2010, as empreendedoras investiram 5 mil reais cada uma e fundaram a Magnólia Comunicação. O negócio começou em um cômodo no apartamento de Lívia e ficou por dois anos operando ali. Elas optaram pelo local para poupar custos no início do empreendimento.

Quando o negócio começou a conquistar clientes e a fazer grandes projetos, as empreendedoras adotaram a estratégia de guardar o lucro obtido para reinvestimento. “Apesar de sócias, temos salários definidos anualmente. Há meses nos quais poderíamos tirar muito mais dinheiro, mas não tiramos. Todo mês, guardamos um valor correspondente a 20% dos custos que a empresa teve nos últimos 30 dias em forma de investimento”, conta Lívia.

Além disso, elas levaram em consideração uma característica do negócio ao optar pelo home office: não é preciso ter um ponto comercial para operar uma agência de eventos.

A necessidade de expandir a Magnólia se tornou necessária, na verdade, quando foi preciso expandir o time. As empreendedoras se mudaram para o escritório comercial em 2013, contratando freelancers para projetos específicos.

Uma surpresa, porém, fez com que elas tivessem que aprender bem depressa a delegar tarefas para funcionários fixos – e o espaço foi logo usado em capacidade total.

“Nós duas engravidamos ao mesmo tempo, em dezembro de 2013. Naquela hora, pensamos que o negócio teria até de fechar as portas. Foi a partir daí que fomos atrás de pessoas para nos substituírem e descobrimos que era possível delegar sem perder a qualidade”, conta Ana.

Ela atribui o crescimento do negócio a partir de uma boa repercussão dos primeiros trabalhos. “Se o cliente fica infeliz com uma agência, ele não vai mais contatá-la: há muitas outras no lugar dela, é um mercado com muita concorrência”, afirma Ana.

A empresa trabalha para clientes como Autodesk e EF EnglishTown. “Temos tanto clientes recorrentes quanto pontuais. Apesar de a maioria do faturamento vir dos recorrentes, os pontuais são sempre bons, porque novas pessoas conhecem nosso trabalho”, afirma Ana.

Para 2017, a Magnólia projeta um crescimento de 10% no faturamento em relação a 2016. O negócio contratou neste ano uma consultoria da área comercial para estruturar um novo plano de prospecção ativa de clientes – e não apenas por indicações de consumidores antigos.

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