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Montes Claros – Chuvas e ameaça de doenças acendem o sinal de alerta: é preciso reforçar os esforços contra o Aedes

Montes Claros – Chuvas e ameaça de doenças acendem o sinal de alerta: é preciso reforçar os esforços contra o Aedes

O período de chuvas, tão aguardado pela população, está de volta em Montes Claros.

Montes Claros - Chuvas e ameaça de doenças acendem o sinal de alerta: é preciso reforçar os esforços contra o Aedes
Montes Claros – Chuvas e ameaça de doenças acendem o sinal de alerta: é preciso reforçar os esforços contra o Aedes

 

Mas as chuvas trazem, além das temperaturas mais agradáveis e do aumento do verde na paisagem, um visitante dos mais indesejáveis: o aumento no risco da transmissão da dengue.

Por isso o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde é tão taxativo: é preciso redobrar os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor da doença. Os alvos principais, nesta época, são os pneus, as garrafas, calhas e lajes, bebedouros de animais, baldes, tonéis e tambores. Segundo o coordenador do CCZ, Luís Osmane Borges Ferreira, bastam 15 minutos, uma vez por semana, para dar uma geral na casa e eliminar todos esses potenciais focos do Aedes aegypti, sem esquecer daqueles que estão dentro das casas, como reservatórios de geladeiras, climatizadores, vasos de plantas e ralos.

O coordenador destaca que o descarte desses inservíveis não pode ser feito de qualquer maneira, uma vez que, ao jogar o material em um lugar inadequado (um lote vago, por exemplo), o problema está sendo apenas adiado, já que o raio de ação do mosquito pode chegar a três quilômetros.

Além das chuvas, outro motivo para redobrar os cuidados com o mosquito é o recente reaparecimento de casos de febre amarela em Minas Gerais. Sim, por incrível que pareça, o Aedes, além de transmitir a dengue, a chikungunya e o zica vírus, também é o responsável pela transmissão urbana da febre amarela. Embora o Norte de Minas não tenha registrado nenhum caso recente da doença, e da mesma estar controlada nas áreas urbanas do país desde 1942, o período exige cuidados, já que nas férias as pessoas costumam viajar para áreas rurais, que é onde os casos vêm ocorrendo. “Só o poder público não tem condições, a população precisa participar”, conclui Osmane.

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