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Sinais de rádio captados de estrela intrigam astrônomos

Sinais de rádio captados de estrela intrigam astrônomos

Sinais de rádio captados de estrela intrigam astrônomos
Sinais de rádio captados de estrela intrigam astrônomos

 

Sinais peculiares estão sendo captados de uma estrela a apenas 11 anos-luz de distância, informaram cientistas em Porto Rico – cada ano-luz representa uma distância de 9,4 trilhões de quilômetros. O mistério tomou conta da internet, enquanto a especulação aumenta sobre a potencial descoberta de vida extraterrestre na estrela anã vermelha conhecida como Ross 128. No entanto, os astrônomos tentam frustrar esses rumores.

“Captamos um sinal que, dada sua forma e sua frequência, não conseguimos classificar como algo astronômico ou terrestre”, declarou Abel Méndez, diretor do Laboratório de Habitabilidade Planetária da Universidade de Porto Rico, em Arecibo. No entanto, ele é taxativo: “No caso de estarem perguntando, a atual hipótese dos extraterrestres está ao final de muitas outras explicações melhores”.

Algo incomum foi percebido pela primeira vez em abril e maio, quando a equipe estudava uma série de estrelas anãs vermelhas e relativamente frias, algumas das quais se sabe que têm planetas ao redor.

Ross 128 não é conhecida por ter planetas, mas, nos últimos dias, os cientistas se deram conta de que havia alguns sinais muito peculiares no espectro dinâmico de dez minutos obtidos dessa estrela, segundo Méndez.

Os sinais foram observados em 13 de maio, às 00H53 GMT, e “consistiam de pulsos quase-periódicos não-polarizados de banda larga, com características de dispersão muito fortes”, escreveu.
Segundo ele, há três explicações principais para essas rajadas: podem ser emissões similares às explosões solares, podem ser emissões de outro objeto no campo de visão de Ross 128 ou podem vir de um satélite em órbita elevada.

Méndez afirma, no entanto, que cada uma dessas três explicações tem problemas: erupções solares de tipo II normalmente ocorrem a frequências muito mais baixas; não há muitos objetos próximos no campo de visão de Ross 128; e nunca se viu satélites produzirem disparos de rádio como esse.

Missão. Os cientistas do Observatório de Arecibo, junto com astrônomos do instituto de busca de vida extraterrestre Seti, utilizarão o Allen Telescope Array e o Green Bank Telescope para observar a estrela pela segunda vez. Os resultados das observações devem ser publicados em breve.

Segundo o cientista, é bastante comum a detecção de sinais que, a princípio, parecem estranhos, mas que acabam sendo identificados depois. No entanto, depois de analisar as ondas de rádio de Ross 128, a 12ª estrela mais próxima da Terra, nem os especialistas do PHL nem a equipe do Observatório de Arecibo (cujo imenso radiotelescópio registrou os sinais), em Porto Rico, conseguiram encontrar uma explicação.

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