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Nova rebelião em prisão de Goiás já está controlada, diz governo

Nova rebelião em prisão de Goiás já está controlada, diz governo

Uma nova rebelião teve início na noite desta quinta-feira (4) na Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. O motim é o segundo da semana. A informação foi confirmada pelo governo de Goiás por meio de nota, que informou que a situação já está controlada e que não houve mortes nem feridos.

Na segunda-feira o Complexo de Aparecida de Goiânia foi palco de nove mortes
Na segunda-feira o Complexo de Aparecida de Goiânia foi palco de nove mortes

 

Segundo o texto, houve uma tentativa de invasão de presos da ala C nas alas A, B e D do complexo, mas o serviço de inteligência estava acompanhando a movimentação e conseguiu conter o motim. “O serviço de inteligência policial da SSP já monitorava a ação dos presos e a tentativa de rebelião foi rapidamente controlada. Não houve mortes nem feridos. Uma fuga foi registrada”, diz a nota.

Também houve tentativa de explosão de uma granada e troca de tiros, mas as forças policiais agiram, segundo o texto, de forma “enérgica”, e a situação foi contida. A nota também informou que a Polícia civil já está com as “investigações em estágio avançado na apuração dos fatos que ocasionam tumultos no presídio nos últimos dias”.

No 1° dia do ano, confronto entre grupos criminosos rivais deixou nove mortos e 14 feridos, e entre foragidos e recapturados, 242 detentos fugiram do Complexo de Aparecida de Goiânia, de acordo com a Superintendência de Administração Penitenciária de Goiás.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, fará uma inspeção no local na próxima segunda-feira (8). O motim do dia 1° levou a ministra a determinar, na terça-feira (2), que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) enviasse ao conselho, em 48 horas, relatório com informações sobre as condições do presídio.

Representantes do Tribunal de Justiça de Goiás, do Ministério Público e da Defensoria Pública estaduais e da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás (OAB-GO) inspecionaram o Complexo na quarta-feira (3). Integrantes da comitiva foram informados por presos e funcionários que uma rixa entre membros de grupos rivais foi a causa do confronto.

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