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Redução no número de autuações pela Lei Seca não impedem que continuem os crimes no trânsito

Redução no número de autuações pela Lei Seca não impedem que continuem os  crimes no trânsito

A embriaguez e o motorista ao volante, são  duas combinações que podem trazer consequências graves no trânsito aos motoristas, ciclistas e pedestres. Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego – Abramet, o  álcool é a segunda maior causa de mortes no trânsito no Brasil. O primeiro deles é a velocidade acima do permitido. E ações simples podem evitá-los, bem como não correr e não beber.

Redução no número de autuações pela Lei Seca não impedem que continuem os crimes no trânsito
Redução no número de autuações pela Lei Seca não impedem que continuem os crimes no trânsito

 

Desde que a Lei Seca foi aprovada, em 2008, foram impostas mudanças no comportamentos dos motoristas e ajudando a reduzir mortes no trânsito. Dados do Sistema de Informações de Mortalidade – SIM, do Ministério da Saúde, indicam que houve uma redução em mais de 14% do número de mortes por acidentes de trânsito no país.

Entre 2008 e 2018, de acordo com Departamento Nacionald e Trânsito – Denatran, a quantidade de autuações pela Lei Seca em cada estado foi na maioria das vezes proporcional à frota de veículos e ao número de CNHs registradas, com algumas exceções. A liderança ficou com Minas Gerais, que teve 255 mil infrações. O volume representa 14,8% do total no país inteiro, sendo que o estado possui 16% da malha rodoviária, 11% da frota e 10,2% das CNHs válidas.

Norte de Minas

Em Montes Claros,os dados divulgados pelo 11º Departamento de Polícia Civil de Montes Claros apontam que em 2018 foram registrados, quatro caso de homicídios em decorrência de embriaguez ao volante.

Mas apesar da redução, em Janeiro desde ano, o índice já demonstra que infelizmente esta realidade voltou a assustar e a preocupar, não somente os órgãos competentes, mas a população.

Um acidente grave envolveu mais uma vitima, em decorrência da imprudência, desobediência e embriaguez ao volante, na cidade.  O fato ocorreu, na manhã do dia 16 de janeiro, na Avenida Deputado Plínio Ribeiro. A vítima, Josiane Silva de Melo, de 36 anos, seguia para o trabalho, quando a  moto, pilotada por ela foi atingida por um Honda Civic no Bairro Monte Carmelo.

O veículo estava sendo conduzido por Patrick Leles Martins, de 25 anos, que momentos antes, tinha se envolvido em outro acidente e fugiu em alta velocidade. Na fuga, ele avançou o sinal vermelho no cruzamento das avenidas Deputado Plínio Ribeiro e Antônio Ferreira de Oliveira, quando atingiu Josiane. Ela não resistiu e morreu no local.

De acordo com Polícia o motorista do carro, apresentava sinais de embriaguez. Ele foi preso e levado para a delegacia.

Família pede justiça

Em contato com Ivanildo  Rodrigues, de 35 anos, auxiliar de movimentação, viúvo de Josiane, ele contou que ela era uma mulher exemplar, um casamento de  sete anos, numa uma relação de muito amor e planos, que foi  interrompida. “A dor é inexplicável, mas o que eu espero agora é a justiça dos homens, porque a de Deus eu sei que ele está fazendo e quero que a família desse motorista  saiba, que eu, o perdoou pelo que ele fez, pois entendo que também está sofrendo por este ato monstruoso, ocorrido sob o efeito de álcool, bem como estou em oração pela minha família e a dele” – declarou Rodrigues.

Na oportunidade, ele esclareceu que Josiane trabalhava com um plano de saúde em um hospital da cidade, “A empresa está dando todo suporte e auxilio a nossa família, não tenho nada o que reclama” – completou o viúvo.

O cunhado da Josiane, Clarineto Rodrigues, empresário, de 42 anos,  também ressaltou o pedido de justiça e mais do que isso, “é preciso ter medidas mais severas para que as pessoas tenham mais responsabilidade ao dirigir, e que a minha cunhada possa ser  a última vítima, deste crime bárbaro, que chocou a cidade, clamamos por justiça , para que ele pague pelo  pelo crime que cometeu, porque ela de volta, isso  jamais vai poder fazer”- finalizou.

Inquérito

Segundo a Polícia Civil de Montes Claros, Martins permanece preso, e se for condenado ele vai responder  responde crime de homicídio e pode pegar até 20 anos de prisão e por fugir do local, a reclusão varia de 6 meses a 1 ano e multa.

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