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Como fazer a escolha do adestrador ideal?

Como fazer a escolha do adestrador ideal?

Alguns comportamentos do animal de estimação podem ser difíceis de alterar. Se o pet não consegue mudar, pode ser a hora de pedir ajuda.

Como fazer a escolha do adestrador ideal?

 

O passeio com coleira, muitas vezes, é bem trabalhoso, já que o cachorro insiste em puxar o acessório ou teima em correr atrás de pombos, pessoas e outros animais. E, se você já tentou corrigir o comportamento dele com petiscos, pequenas ordens e alterações na rotina, mas não teve os resultados desejados, talvez seja a hora de buscar ajuda especializada.

É nessa hora que alguns donos podem hesitar por medo de que o adestrador não seja tão carinhoso com os seus pets como o desejado. Por isso, é fundamental, antes de fechar o contrato com um profissional, saber mais sobre como ele trabalha.

Neste artigo, daremos algumas dicas importantes para donos de animais que estão em busca de adestradores. Confira!

Como saber qual adestrador é o melhor para o seu pet?

O adestramento tende a funcionar muito melhor com os filhotes, uma vez que eles estão no processo de descoberta do mundo e começando a entender suas potencialidades. Nessa época, os comportamentos bons e ruins começam a aparecer, e aquilo que não estiver de acordo com o esperado deve ser corrigido antes que se torne habitual.

Um bom adestrador deve saber educar o cão sem invadi-lo, agredi-lo, machucá-lo ou ameaçá-lo de qualquer forma. A melhor técnica de adestramento sempre será o reforço positivo.

Reforço positivo: entenda como funciona

É missão do adestrador ensinar o animal de estimação a receber ordens, mas não ordens aleatórias, e sim aquelas que já foram repetidas e encorajadas previamente. O instrutor dá o exemplo e a ordem e, por um número significativo de vezes, estimula o cão a repetir aquilo que foi demonstrado.

A compreensão pode demorar, o que exige que o adestrador tenha respeito pelos limites do cão e paciência com a sua velocidade de aprendizagem. Ao cumprir com a ordem dada pelo instrutor, o cão deve ser recompensado. Para tal, podem ser usadas as carícias, as brincadeiras, os elogios e, de vez em quando, algum petisco.

Dessa forma, o cachorro não terá medo nem hesitará na hora de receber as ordens: pelo contrário, ele passará a identificá-las como algo prazeroso e necessário.

Como saber se o adestrador utiliza o método certo?

A primeira dica é: jamais confie cegamente em uma pessoa sem recomendações. Infelizmente, existem indivíduos que mentem sobre suas especializações e oferecem serviços que não são capazes de entregar.

Não tenha medo de pedir ao profissional que fale um pouco sobre a sua experiência, os locais em que estudou, os tipos de animais que atendeu e outras informações de caráter técnico.

Da mesma forma, peça a ele que mostre currículo, certificado ou comprovação de estágios, locais de trabalho, cursos de extensão e premiações. Uma pessoa que tem bom histórico certamente não terá problemas em comprovar a sua qualificação.

Outra possibilidade é ir direto para a internet. Se o seu adestrador não possui site oficial, redes sociais ou similares, pergunte a ele se há recomendações publicadas sobre o seu trabalho. Ouvir relatos de terceiros sobre um profissional pode dizer muito.

Pode parecer exagero, mas não é: lembre-se de que o profissional estará em contato direto com o seu animal de estimação e que, se não puder oferecer a ele um ambiente seguro e nada ameaçador, os resultados podem ser bastante desagradáveis.

Como saber se o adestramento deu certo?

Com o passar do tempo, você verá melhora nos comportamentos do seu animal de estimação.

É preciso entender que determinados hábitos não são esquecidos de uma hora para outra. Assim, se o seu pet passou anos fazendo uma coisa, ele possivelmente precisará de algumas semanas ou meses para entender como fazê-la de outra forma.

A ideia é que o adestrador entenda o que está errado, trabalhe para corrigir o problema e, então, ensine o dono a atuar da melhor maneira junto ao animal de estimação.

Assim, ele contribuirá não apenas para o estreitamento de laços entre dono e pet, mas para a resolução de problemas comportamentais múltiplos.

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