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Durante julgamento, vítima beija réu que tentou matá-la com 5 tiros e pede que ele seja perdoado por jurados

Durante julgamento, vítima beija réu que tentou matá-la com 5 tiros e pede que ele seja perdoado por jurados

Uma vítima de tentativa de feminicídio e o réu se beijaram durante um julgamento em Venâncio Aires, cidade localizada a 130 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A mulher ainda pediu que o namorado fosse perdoado pelos jurados. O fato aconteceu nesta terça-feira (28).

Durante julgamento, vítima beija réu que tentou matá-la com 5 tiros e pede que ele seja perdoado por jurados
Durante julgamento, vítima beija réu que tentou matá-la com 5 tiros e pede que ele seja perdoado por jurados

 

Micheli Schlosser, de 25 anos, foi atingida por cinco tiros após uma discussão com o namorado, Lisandro Rafael Posselt, 28 anos, que cometeu o crime. Um dos disparos acertou a cabeça da vítima. Na época, a mulher afirmou que o namorado tinha um ciúme doentio.

O promotor, Pedro Rui da Fontoura Porto, afirmou que esse gesto pode ter influenciado o julgamento até mesmo de outros casos. “Se ela queria perdoá-lo, que perdoasse no seu coração, mas não precisava se expor em público”, disse. “Não é só essa vítima. Tem outras vítimas aqui ao redor que esse gesto dela poderá colocar em risco”.

Segundo Micheli, a reação foi um ato de amor. “O beijo fui eu que quis, ninguém me obrigou a nada. Porque quando duas pessoas se amam, não tem ninguém que separa”.

Especialistas em psicologia explicam que a cultura machista da sociedade pode, em alguns casos, forçar a inversão dos papéis e fazer com que as mulheres se sintam culpadas pela violência.

“É fundamental a solidariedade, a coesão social, os vínculos que essa mulher tem. Quer dizer, em briga de marido e mulher se mete a colher, sim. Então, a vizinhança, os familiares vão resolver os vínculos que essa mulher, por vezes, perde por conta de relacionamentos abusivos”, argumentou a psicóloga Aline Kerber.

Lisandro foi condenado a sete anos em regime semi aberto por porte ilegal de arma e tentativa de homicídio. A pena foi abrandada pela emoção do momento. O Ministério Público vai recorrer.

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