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Saiba como fazer gestão de sinistro

O índice de sinistro do plano de saúde empresarial, além de assegurar o bem-estar dos colaboradores da empresa, é uma estratégia que beneficia a estrutura do negócio a longo prazo.

É através da taxa de sinistralidade que os planos de saúde calculam as despesas e comparar com as arrecadações da operadora. Ou seja, o que entrou de receita e o que gerou de custos. Isso serve para definir o reajuste de valores que serão posteriormente repassados para o contratante do produto.

Acompanhe a leitura e confira o conceito da gestão de sinistros, bem como os processos para bem executá-lo!

Gestão de sinistro: o que é?

A gestão de sinistro consiste em uma estratégia para reduzir consideravelmente os gastos operacionais em relação à sinistralidade. A lógica desse controle é semelhante a de gerenciamento de risco, porém, com intuitos destinados à saúde de funcionários e medidas preventivas.

As organizações adotam planos de saúde para empresas sem visar o lucro, portanto, muitas vezes oferecem uma cobertura até mais ampla do que a estabelecida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Em geral, a taxa de sinistralidade dos produtos gira em torno de 84%, ultrapassando 90% entre os de autogestão.

É possível concluir, assim, que toda a receita dos planos é comprometida com o pagamento de assistências, representando um restante menor do que 10% para outras despesas. Tais como impostos e folha de pagamento, que somam preços mais altos e são capazes de causar um prejuízo mensal. Seja em plano de saúde PME ou plano de saúde Bradesco.

Visto que a sinistralidade se trata da relação direta entre custo e receita, quanto mais alta for a sua taxa, menor será o lucro do negócio. Afinal, a divisão de gastos é realizada entre consultas, exames ou cirurgias.

Entenda as etapas do processo de sinistro

Para realizar uma boa gestão de sinistro sobre o plano empresarial de saúde, certas rotinas são essenciais para avaliar a taxa de sinistralidade. Normalmente, existe um regulador que encaminha aos seguintes processos para a checagem do sinistro:

  • Análise da taxa de sinistros na carteira;
  • Projeção de reajustes;
  • Mapeamento de custos assistenciais;
  • Avaliação de oportunidades para a inovação de benefícios corporativos na área de saúde;
  • Revisão de políticas, bem como de fatores moderadores, como coparticipação, reembolso e franquia;
  • Formação de uma campanha de benefícios flexíveis de saúde;
  • Estratégia contábil visando os planos de saúde;
  • Mapeamento da rede usada por região de beneficiários;
  • Estudo de qualificação de rede.

São processos que podem ter a ajuda de uma corretora de saúde, que facilita tudo o que diz respeito à contratação e gestão de um plano de saúde empresarial.