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Montes Claros – Estação sismográfica da Unimontes é instalada em definitivo em Montes Claros

Equipamento permite monitoramento de abalos em tempo real

Montes Claros - Estação sismográfica da Unimontes é instalada em definitivo em Montes Claros
Montes Claros – Estação sismográfica da Unimontes é instalada em definitivo em Montes Claros

A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) concluiu os trabalhos da instalação definitiva da sua estação sismográfica, que vai possibilitar o monitoramento em tempo real das ocorrências de abalos sísmicos em toda região do Norte de Minas. O equipamento foi instalado por intermédio do trabalho conjunto do Núcleo de Estudos Sismológicos (NES/Unimontes), Centro de Estudos de Convivência com o Semiárido (CECS) e do Departamento de Geociências (do Centro de Ciências Humanas/CCH), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade de São Paulo (USP).

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A estação sismográfica da Unimontes foi montada dentro do Parque Estadual da Lapa Grande, a cinco quilômetros da área urbana da cidade e a instalação foi concluída após a cessão de terreno por parte do Instituto Estadual de Florestas (IEF) para construção de um abrigo e instalação dos aparelhos. O IEF, que administra o Parque, também parceiro no projeto. O local também fica próximo à região do Bairro Vila Atlântida, epicentro de tremores de terra registrados no município.

Os equipamentos foram importados da Inglaterra, por intermédio de uma empresa especializada do México, em um processo de licitação de caráter especial. O investimento foi viabilizado com recursos da ordem de R$ 185 mil, liberados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

O coordenador do Núcleo de Estudos Sismológicos da Unimontes e do Centro de Convivência com o Semiárido, professor Expedito José Ferreira, salienta que a instalação definitiva da estação sismográfica representa uma grande conquista para a universidade e para toda a região, por possibilitar o monitoramento on-line e a maior confiabilidade nos dados sobre os fenômenos sísmicos.

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NOVA FASE

“Com a instalação definitiva da estação sismográfica, uma nova fase se desponta para Unimontes em relação aos estudos e pesquisas na busca pelo domínio do conhecimento no campo da Sismologia. Isso, sem dúvidas, possibilitará disponibilizar para a população de Montes Claros e região as informações sobre ocorrências sísmicas com maior rapidez e maior qualidade”, avalia o coordenador.

Por outro lado, ele lembra que os dados sobre a magnitude dos fenômenos sísmicos não serão disponibilizados diretamente pela Unimontes. “As informações coletadas na estação sismográfica serão transmitidas para o Observatório Sismológico (SIS) da UnB e para o Centro de Sismologia da USP. A partir daí, os especialistas vão fazer a análise, o processamento e a interpretação em tempo hábil dos dados sobre os registros sísmicos”, explica o professor Expedito Ferreira.

A estação, que ocupa um terreno de 100 metros quadrados, é composta basicamente de um abrigo para instalação do sismômetro (cabo de conexão com o digitalizador). Ela dispõe de uma série de equipamento eletrônicos e acessórios sismográficos, incluindo digitalizador sísmico, controlador de carga, cabos para alimentação, internet para transmissão de dados, baterias, painel solar e GPS. A instalação em caráter definitivo da estação sismográfica foi executada pela equipe técnica do Observatório Sismológico da UnB, com o apoio da equipe técnica do Núcleo de Estudos Sismológicos da Unimontes. Nesse sentido, foi firmado um termo de cooperação técnica entre as duas instituições.

SERVIÇO

ESTAÇÃO SISMOGRÁFICA DA UNIMONTES

Onde foi instalada

Parque Estadual da Lapa Grande, a cinco quilômetros da área urbana de Montes Claros – próxima à Vila Atlântida (epicentro de tremores de terra ocorridos no município);

DADOS

Os dados registrados sobre as ocorrências sísmicas são transmitidos em tempo real, via internet, para o Núcleo de Estudos Sismológicos da Unimontes, para o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília e para o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo.

CONCLUSÃO

Especialistas da UnB e da USP vão fazer a análise e interpretação dos dados para a conclusão sobre os índices de magnitude dos abalos.

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