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Cultura Moc - Actriz Global Heloisa Jorge, criada em Montes Claros faz duas apresentações de peça sobre Racismo

Cultura Moc – Atriz Global Heloisa Jorge, criada em Montes Claros faz duas apresentações de peça sobre Racismo

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Cultura Moc – Heloisa Jorge, criada em Montes Claros faz duas apresentações de peça sobre Racismo 

Cultura Moc - Atriz Global Heloisa Jorge, na novela "A Lei do Amor"
Cultura Moc – Atriz Global Heloisa Jorge, na novela “A Lei do Amor”
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No elenco da peça “RACE”, estão: Gustavo Falcão (indicado ao prêmio Shell 2016 de melhor ator), Heloisa Jorge (personagem Laura, em “A Lei do Amor”), Leandro Vieira e Clóvis Gonçalves. “RACE” (Corrida, Raça) conta os bastidores da construção da Defesa de um homem branco acusado de estuprar uma jovem, adulta, negra. Um prato cheio para Mamet levantar conflitos e mexer em feridas históricas com imensa inteligência

 “RACE” coloca o público como protagonista no que tange a questão de quem tem razão, sempre deixando portas e janelas abertas para diversas interpretações, alimentando com nutrientes especiais as conversas pós-peça. A tensão de seu tema e a série de reviravoltas tornam RACE uma das melhores obras de Mamet.

Sobre Heloisa Jorge

Natural de Angola, radicada no Brasil desde os 12 anos. Filha de pai brasileiro e mãe angolana, graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Vem realizando trabalhos em teatro, tv e cinema desde 2003. Fez parte do longa metragem “Capitães da Areia” dirigido por Cecília Amado, logo em seguida integrou o elenco da minissérie “Gabriela” de Walcyr Carrasco, pela Rede Globo de Televisão. Nesse período teve o seu trabalho elogiado pelo autor:  “Temos um grupo maravilhoso de atores baianos. Há uma garota que, eu aposto desde já, será um grande sucesso: Heloísa. É uma grande atriz, ouçam o que estou dizendo! Tenho certeza de que daqui por diante estará em muitas novelas”, escreveu, ressaltando a atriz angolona Heloísa Jorge, conhecida pelo monólogo  Amêsa, em 2011.

Devido ao desempenho na minissérie Gabriela, em 2014, foi convidada a protagonizar a novela angolana Jikulumessu, dirigida pelo português Sergio Graciano, uma produção da Semba Comunicação.

Ainda em 2014, foi apresentadora do programa Conexões da Globo Internacional, que teve a sua veiculação em Angola e em todos os países africanos de língua portuguesa. Já no teatro, foi Indicada ao prêmio Braskem na categoria de melhor atriz pelo espetáculo “O Dia 14”, dirigido por Ângelo Flávio da Companhia de Teatro Abdias Nascimento. Em 2009, foi indicada ao mesmo prêmio, na categoria de melhor atriz coadjuvante pelo espetáculo “A Farsa da Boa Preguiça”, dirigido por Harildo Déda. 

SERVIÇOS:

Texto: David Mamet / Direção: Gustavo Paso / Elenco: Gustavo Falcão, Heloisa Jorge, Leandro Vieira e Clóvis Gonçalves / Gênero: Drama / Duração: 75 minutos / Classificação: 14 anos / Temporada: MG – Montes Claros – 15 e 16/03 – Centro Cultural Prefeitura de Montes Claros – 20h00min / 196 lugares. ENTRADA FRANCA.

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II espetáculo da Trilogia Mamet, da Cia carioca CIA TEATRO EPIGENIA

inicia circulação por seis cidades de Minas Gerais.

Apresentações dias 15 e 16 de março, no Centro Cultural Prefeitura de Montes Claros. 


“De noite o mundo vai dormir e ao acordar ele precisa de duas coisas: Uma xícara de café e uma fofoca maldosa.”

Trecho de RACE de David Mamet

Com três temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e circulação pelo SESI RJ, “RACE”, chega a Minas Gerais, para 8 apresentações em diferentes cidades. É a segunda peça da Trilogia Mamet, com mais um texto inédito trazido e idealizada pela CiaTeatro Epigenia. O espetáculo, elogiado pela critica especializada e com grande sucesso de público, foi indicado ao prêmio Shell 2016, para melhor ator (Gustavo Falcão).

“RACE” (Corrida, Raça) conta os bastidores da construção da Defesa de um homem branco acusado de estuprar uma jovem, adulta, negra. Um prato cheio para Mamet levantar conflitos e mexer em feridas históricas com imensa inteligência 

 “RACE” coloca o público como protagonista no que tange a questão de quem tem razão, sempre deixando portas e janelas abertas para diversas interpretações, alimentando com nutrientes especiais as conversas pós-peça. A tensão de seu tema e a série de reviravoltas tornam RACE uma das melhores obras de Mamet.

Um dos mais respeitados dramaturgos norte-americanos, David Mamet, que também é roteirista e diretor se tornou um ícone com seus textos densos, ágeis e precisos, chegando a ganhar o Pulitzer em 1984. Mamet costuma abordar em seus trabalhos questões atuais e pontos de vista controversos. Com uma reconhecida capacidade de lidar com as palavras e construir enredos, a linguagem tem centralidade em sua obra. Os filmes e peças de Mamet se dirigem a questões extremamente cáusticas da sociedade.

Indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado por “The Verdict” (O veredito”, em 1981, três anos depois ganhou o prêmio Pulitzer com a peça “Glengarry Glen Ross”, adaptada logo após para o cinema. Mamet teve duas indicações ao Prêmio Tony, por “O Sucesso a Qualquer Preço” (1984) e “Speed-the-Plow” (1988).

Além de diversos textos teatrais e vasta filmografia, David Mamet escreveu nove livro, entre eles: Writing in Restaurants – 1987 (Ensaios); The Village – 1994 (Romance) e The Old Religion – 1997 (Romance).

 

SOBRE A TRILOGIA MAMET criada pela Cia

Oleanna – Race – Hollywood            

A Trilogia não adere polêmicas, e sim abre espaço para apreciação e questionamento, revisão dos valores. Um texto extremamente contemporâneo, com diálogos rápidos e completamente envolvente. Ben Brantley em sua critica no The New York Times, escreveu: “‘RACE’ oferece a inteligência do Sr. Mamet afiada como um bisturi”.

Um estudo da obra deste dramaturgo contemporâneo sobre o prisma de 3 textos, nossa trilogia, que foca de forma intensa as relações humanas do ser contemporâneo, com seu tempo eletrizante, na palavra, no poder do que se é dito e do silencio das entrelinhas, nos equívocos do pré-julgamento, na falha da comunicação humana, na busca pelo poder, no racismo e politicamente correto.

 “Oleanna”, um dos textos mais provocativos da dramaturgia contemporânea, com montagens por todo o mundo, desde sua estreia, em março de 2014, não parou mais. A peça, que chega a 200 apresentações, recebeu o Premio Aplauso Brasil de Melhor espetáculo de Cia, além das indicações de Melhor Direção e Melhor Elenco e da Indicação do Premio APCA. Realizou 5 temporadas no Rio de Janeiro em diferentes teatros,  3 em São Paulo, Circuito Sesc, Circuito Sesi e os seguintes Festivais: Tiradentes, Porto Alegre em Cena, Garanhuns, Ilha Cumprida e Caxias do Sul.

terceira peça da trilogia -“SPEED-THE-PLOW“, com título de HOLLYWOOD, a tradução de Flavio Marinho para versão brasileira deste texto inédito de Mamet, aborda a interferência do mundo capitalista na Arte. Produzir Arte ou entretenimento? Este retrato satírico brilhante que David Mamet criou se tornou referencia de sucesso Artístico e atraiu atores e atrizes do mais alto escalão para representar a peça nos USA e na Inglaterra. Atores como Kevin Spacey, Jeff Goldblum, Willian Macy, e atrizes como Lindsey Lohran e Madonna, estrelaram a peça vencedora do TONY de Melhor texto em 1996.

Estreia em maio, no Teatro Poeira, com Ricardo Pereira, Luciana Fávero, Gustavo Falcão e Rubens Caribé.

CiaTeatro Epigenia 17 anos

 A CiaTeatro Epigenia, completa 17 anos de criação. Tendo como busca incansável colocar em cena a transgressão do ator, sempre procurando aperfeiçoar sua performance. Ao longo de anos, a Cia. tem priorizado os trabalhos autorais, testando linguagens variadas para cada espetáculo.  “Não há tecnologia mais avançada que o Ator.” Sob esta afirmação do diretor Gustavo Paso, a Cia se norteia e segue sem deixar que sejam rotulados… Se algum rotulo lhes cabe é o da Qualidade e Respeito: a CiaTeatro Epigenia é uma cia humanista.

A Cia Epigenia busca neste mergulho na Trilogia Mamet temas para fazermos uma paralelo com nossa realidade atual e propormos debates sobre estes assuntos. Padronizar debates posteriores às apresentações, tem comprovado que isso fortalece a importância do Teatro, investindo na formação de plateia.

Sobre o diretor

Gustavo Paso é hoje um dos principais nomes do teatro no Rio de Janeiro, dedica-se a direção de espetáculos, como encenador-dramaturgo, há 17 anos. Neste período vem mesclando grandes textos teatrais com projeto autorias, alcançando imenso sucesso nos dois caminhos. Diretor de “Ariano”, “Em Nome do Jogo” (com Marcos Caruso e Erom Cordeiro), “GARAGEM”e “Oleanna”. Com mais de 20 anos de teatro Paso é o que chamamos de Artista na concepção da palavra. Em 2014 dirigiu o Teatro Glaucio Gill e colocou-o como um dos 5 Melhores Teatros do Estado do Rio de Janeiro. Nunca antes um Teatro do Governo havia conquistado esse status. Um marco de direção artística.

Prêmios, indicações e próximas estreia:

– Premio Aplauso Brasil de Melhor espetáculo de Cia para “Oleanna” categoria juri;

– Indicações de Melhor Direção e Melhor Elenco, no Premio Aplauso Brasil para “Oleanna”.

– Indicação para melhor ator (Gustavo Falcão) no Prêmio Shell 2016;

– Estreia do infantil “Casa caramujo”, no Teatro Oi Futuro Flamengo – RJ, dia 11 de março;

– Estreia de “Hollywood”, em 05 de maio, no Teatro Poeira – RJ.

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