You dont have javascript enabled! Please enable it! Cultura Moc - Cronista do Jornal Montes Claros está de volta ao Painel de Poesia Juca Silva Neto (de 15 a 30 de abril no Centro Cultural) | Jornal Montes Claros

Adilson Cardoso é Artista Plástico, Dramaturgo, Cronista do Jornal Montes Claros e Poeta.

Cultura Moc – Cronista do Jornal Montes Claros está de volta ao Painel de Poesia Juca Silva Neto (de 15 a 30 de abril no Centro Cultural)

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Cultura Moc – Cronista do Jornal Montes Claros está de volta ao Painel de Poesia Juca Silva Neto (de 15 a 30 de abril no Centro Cultural)

Adilson Cardoso é Artista Plástico, Dramaturgo, Cronista do Jornal Montes Claros e Poeta.
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Adilson Cardoso é Artista Plástico, Dramaturgo, Cronista do Jornal Montes Claros e Poeta.

Um dos homenageados do Trigésimo Salão Nacional de Poesia – Psiu – Poético do ano passado.  Vive plugado no universo das artes, ativo todo tempo, produzindo e reproduzindo as razões e desrazões da existência. Este ano além de participar da Coletânea “No olho do Sul” com poetas Paulistas e Rio Grandenses, está em fase de conclusão de uma peça de teatro para o festival. Além de um roteiro de cinema que trabalha desde o mês de novembro que se chama “Parte de Mim” um sensível documentário sobre doações de órgãos na nossa região. Paralelo a tudo isso, Adilson Cardoso é o próximo poeta a expor no Painel de Poesia Juca Silva Neto da Biblioteca do Centro Cultural Hermes de Paula. Para saber um pouco mais deste trabalho abrimos as janelas e fomos tomar um licor para descobrir um pouco mais sobre; “Versos ao Vento” de 15 a 30 de abril.

JM: Adilson, além da arte você é servidor da Unimontes não é isso? Como fazer para conciliar tanta coisa ao mesmo tempo?

AC: Sim, sou servidor da Unimontes, trabalho no Hospital Universitário no setor de Humanização. Conciliar tantas coisas nunca é fácil, mas a arte ajuda, quando no meio da noite nos faz acordar com um poema gritando para nascer, uma imagem pedindo para brotar no papel ou uma massa de tinta se desfazendo e mostrando os tons que precisam ser adequados na tela.

JM: Sobre a exposição de Poesia no Centro Cultural, você vem expondo com certa freqüência, como é a aceitação do seu trabalho e qual a inspiração para Versos ao Vento?

AC: Sim, todo ano procuro agendar um espaço para mostrar o que tenho de novo, considero o Centro Cultural um lugar mágico onde a poesia traz algo diferente, visito sempre, leio os poemas, quando posso falo com o poeta, elogio, digo quando acho que algo poderia ser diferente, lógico que com todo respeito que gosto que tratem os meus. Considero boa a aceitação dos meus trabalhos, sou altamente mutante com as formas e os enredos, gosto de provocar e dizer verdades escondidas e temidas. A inspiração para Versos ao Vento vem de muitas coisas escondidas dentro das cavernas interiores de todos nós.

JM: Se inspira em algum poeta?

AC: Nesta exposição estou parte tendencioso as “desrazões e pequenices” de Manoel de Barros, se misturando ao forte apelo do vento levando e trazendo flores e agulhas.

JM: Uma mensagem para finalizar?

AC: Que a arte nunca se aquiete dentro de nós.

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