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Receita abre investigação sobre patrimônio de Gilmar Mendes e sua mulher

Receita abre investigação sobre patrimônio de Gilmar Mendes e sua mulher

A Receita Federal está trabalhando para identificar “focos de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência” de Gilmar Mendes e de sua mulher, Guimar”, diz a Veja. A suspeita consta de um relatório de maio de 2018, que “aponta uma variação patrimonial de 696.396 reais do ministro e conclui que Guiomar ‘possui indícios de lavagem de dinheiro’”.

Segundo Veja, especialistas que analisaram os dados da investigação da Receita acharam a conclusão contra o ministro e esposa “acoçada”
Segundo Veja, especialistas que analisaram os dados da investigação da Receita acharam a conclusão contra o ministro e esposa “acoçada”

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e sua esposa, Guiomar Albuquerque, estão sendo investigados pela Receita Federal desde maio de 2018, sob a suspeita de tráfico de influência, lavagem de dinheiro, corrupção e ocultação de patrimônio. A informação foi revelada pela revista Veja nesta sexta (8).

A publicação divulgou um trecho do documento da Receita que diz que “o tráfico de influência normalmente se dá pelo julgamento de ações advocatícias de escritórios ligados ao contribuinte ou seus parentes, onde o próprio magistrado ou um de seus pares facilita o julgamento. O escritório ou empresa ligada ao contribuinte também poderá estar sendo utilizada com o intuito de lavagem de dinheiro.”

De acordo com Veja, em 2015, Gilmar teve uma variação patrimonial de R$ 696 mil “sem explicação”, e Guiomar apresentou “indícios de lavagem de dinheiro”. “Embora a movimentação financeira do casal seja alta (apenas em 2016, foram R$ 17,3 milhões), especialistas ouvidos pela colunas acharam a conclusão do relatório acoçada”, diz o veículo.

Procurada, Guiomar se disse perplexa e indignada, e colocou à disposição da reportagem “as reuniões de contas do escritório que me dizem respeito, com a devida relação dos processos em que atuei e respectivos valores recebidos, bem como movimentação bancária e declarações de rendimentos apresentadas junto à Receita Federal com discriminação detalhada de bens e valores absolutamente compatíveis com os ganhos que obtive”.

Gilmar Mendes entrou com uma petição na Procuradoria Geral da República e na Receita, alegando “abuso de poder por agentes públicos para fins escusos”, numa estratégia de ataque “reputacional”. O ministro alegou que as ilações atingiam não só sua imagem, mas o “todo o Poder Judiciário”.

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