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Coluna do Adilson Cardoso – O Fogo do Corpo que sai das pedras

Coluna do Adilson Cardoso – O Fogo do Corpo que sai das pedras

Um homem cego de paixão bate a cabeça em tudo que encontra pela frente. Bebe sem medir a dose e passa noites soprando fumaça com cheiro da amada no olfato.

Na história do homem tem coisas que o livro não conta, a educação formal é baseada em métodos engessados e verdades são escondidas em nome de favorecer subjetividades de grupos, tido como maiorias. Baseado nos estudos da Cryptows Crowsen University of Gary Moore, o homem como todas as criaturas viventes surgem na água, no Período Sebáceo, chamado também Lagatycios Cromer, após a grande explosão do meteoro Ticryt, que provocou ondas de até cem metros de altura, os homens foram lançados na ilha Pretus Mito, na África Subsaariana, estes homens eram anfíbios, ou seja, precisavam voltar para á água a cada duas horas do lado de fora. Eis que naquele tempo outro meteoro de nome Ticryt two atravessa a atmosfera da terra e cai na água, tão grande foi aquela força, que toda á água da ilha foi lançada em outro continente, partir daí, a África inicia o seu longo e doloroso período de estiagem, fazendo com que aquele homem, aprenda a respirar sem precisar voltar ás águas, muitos morreram e foram devorados pelos próprios companheiros.

Um deles o denominado, Machyo-Femynus, era diferente dos outros, pois, ao invés de ter um órgão dependurado, sobressaltando os pêlos pubianos, ele tinha algo que se assemelhava a pata de um camelo entre as pernas, quando se reuniam para fazer um xixi coletivo, estas espécies eram ridicularizadas por terem seus órgãos, diferentes com glândulas dependuradas no abdômen, também não se via barbas neles. Mas foi a espécie Machyo-Femynus que tivera a idéia de entrar na caverna para se proteger da chuva, e também foi á primeira espécie a fazer fogo, eis o mistério que a Cryptows Crowsen University, of Gary Moore revela para o mundo. Chamaremos a espécie de Femynus…O frio naquela noite era bem maior que todos os outros dias e outras noites, quando a espécie Femynus descobre  que havia outras com os orgãos genitais com aparência de patas de camelos elas se juntaram e passaram a fazer hum, hum, huns…Naquele tempo ainda não havia a fala. Voltamos a noite fria, uma das Femynus puxou um monte de gravetos e capins secos para se proteger, embaixo havia duas pedras cristalizadas que ocupavam toda a palma da mão, elas se juntaram, muitas daquela espécie se aconchegando, buscando ao  maximo de silencio que pudessem absorver para o sono chegar, mas a outra espécie que tinha o órgão genital dependurado e barba longa, pulava urrando de frio, as Femynus fazia, seus hum,hum, huns para chamar atenção para o silêncio, aqueles não se importavam.

Até que  as duas pedras foram batidas uma na outra, parecia o estouro de um trovão, com o estrondo, saiu uma língua de fogo que caiu sobre os gravetos e capins secos, provocando um caos naquela pequena caverna, todos correram para fora, mas o frio era mortal, voltaram imediatamente, com certa cautela, rodeando o fogo, formaram uma imensa roda e dormiram aquecidos, como nunca haviam experimentado. Em comentários de orelha de livro, o Professor Glaucys Ruppert diz ue  naquela noite, os  seres primitivos descobriram que o fogo que sai das pedras também estava  dentro deles.

 

Adilson Cardoso
Adilson Cardoso

 

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