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Por que a poupança rende cada vez menos?

Por que a poupança rende cada vez menos?

Entenda por que os rendimentos da poupança estão caindo nos últimos anos

Por que a poupança rende cada vez menos?

 

Com a Selic (taxa básica de juros) em queda, os rendimentos da poupança devem render cada vez menos. Até pouco tempo, a poupança era a mais popular e a única forma de investir para a maioria dos brasileiros. Com a queda no rendimento, o consumidor passou a buscar novas alternativas de investimento.

A Selic vem caindo bruscamente desde 2016, são 12 cortes seguidos do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central. A expectativa é que a taxa, que está em 5% ao ano, sofra mais um curto. A expectativa é que na próxima reunião do Copom, em dezembro, a taxa deva ser fixada em 4,5% ao ano.

Como a taxa Selic afeta o rendimento da inflação? 

Essa taxa regula a rentabilidade da inflação. E com os cortes consecutivos da taxa Selic, nos últimos três anos, a poupança vem rendendo cada vez menos. A Selic caiu de 14,25% em 2016 para 5% ao ano em 2019, e deve fechar o ano em 4,5%.

Para entender o rendimento da poupança, é preciso levar em consideração a taxa Selic. Basicamente, quando essa taxa está acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 6,17% ao ano, ou 0,5% ao mês, com o acréscimo da taxa referencial (TR).

Quando a taxa da Selic é de 8,5% ao ano, ou menor que isso, a poupança rende 70% da Selic mais a taxa referencial. Assim, com a taxa Selic chegando a 4,5% em dezembro, a poupança rende apenas 3,15% por ano. O rendimento ao mês passa a ser de apenas 0,29%.

Quais são os motivos dos cortes recorrentes da taxa Selic? 

Como já deu para perceber, para entender a queda do rendimento da poupança é preciso traçar um paralelo com a queda do percentual da taxa Selic. A alta da inflação e a crise econômica influenciaram o início da trajetória de queda dessa taxa no Brasil.

Atualmente, a manutenção e os novos cortes da Selic se devem à lenta recuperação econômica do país e a previsão de inflações baixas e abaixo da meta, que ainda persistem, mesmo com movimentos do governo e da iniciativa privada para a retomada econômica.

Como é a taxa básica de juros, a Selic serve de referência para outras taxas de juros, como as taxas para investimentos e para financiamentos. O Banco Central usa a Selic como controladora da inflação.

Em momentos de inflação baixa, como o atual, o Banco Central abaixa a Selic para diminuir custos de investimentos e financiamentos, e, dessa forma, estimular o consumo.

Quais são as melhores alternativas de investimento? 

Como a poupança não está rendendo praticamente nada, vamos listar abaixo algumas das melhores alternativas de investimento do mercado. Assim, você evita que seu dinheiro fique parado e o faz trabalhar para você. Confira nossa lista abaixo:

Tesouro Direto 

O Tesouro Direto é um investimento seguro e de baixo risco. Basicamente, você compra títulos públicos, assim a pessoa recebe o valor investido mais a rentabilidade do período no vencimento do título, também tendo a opção de fazer o resgate a qualquer momento sem ter perdas em alguns casos.

Uma das facilidades do investimento no Tesouro Direto é que existem aplicações que permitem aporte de R$ 30. Com pouco dinheiro, você pode começar a fazer investimentos e ter rendimentos melhores que a poupança.

CDB 

O CDB é parecido com o Tesouro Direto. A principal diferença é que os títulos são privados e não públicos, a maioria dos bancos oferece esse tipo de investimento para seus clientes.

Esse investimento também tem um risco baixíssimo e uma rentabilidade quase sempre acima da poupança. Quem pensa em realizar esse tipo de investimento, deve procurar bancos menores, já que estes oferecem as taxas mais atrativas e com maior expectativa de rendimento do CDB.

Ambos os investimentos são seguros e de baixo risco. Ideais para quem sempre investiu na poupança começar a ampliar seu leque de opções e, futuramente, fazer investimentos mais arriscados.

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