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Concursos da saúde em Minas têm mais de mil vagas com salários até R$ 10 mil; veja como se preparar

Concursos da saúde em Minas têm mais de mil vagas com salários até R$ 10 mil; veja como se preparar

Muitos profissionais da área da saúde de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais já devem estar preparados para uma maratona de estudos nos próximos meses. Vários concursos públicos serão realizados no início de 2020 para profissionais de diferentes perfis, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos em enfermagem. Há, pelo menos, 1.100 oportunidades em Belo Horizonte, Uberlândia e outras cidades. 

Concursos da saúde em Minas têm mais de mil vagas com salários até R$ 10 mil; veja como se preparar
Concursos da saúde em Minas têm mais de mil vagas com salários até R$ 10 mil; veja como se preparar

 

Somente a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), responsável pela gestão de hospitais universitários, oferece mais de 2.460 vagas em diversos lugares do país, incluindo nas unidades de Belo horizonte, Uberaba e Juiz de Fora, que estão entre as 36 que serão contempladas pelo concurso nacional. As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Já o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) ganhou um concurso específico, com 804 vagas, e inscrições neste link. Os salários variam entre R$ 2.451 a R$ 10.350.

Há ainda o certame para mais de 300 oportunidades no hospital Odilon Behrens, na capital mineira, com inscrições a partir do dia 7 janeiro e salários de até R$ 5.139. Também há a expectativa sobre a realização do concurso da Prefeitura de Betim para seleção de médicos – que foi adiado por um decreto de calamidade pública, mas poderá ser liberado no ano que vem.

Segundo a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Kennedy Debora Gomes Pinto, a principal dica para as pessoas que já estão no mercado de trabalho é conseguir estabelecer uma rotina diária de estudos, mesmo no período de fim de ano, para dar conta de rever todo o conteúdo. “Falo sempre em sala de aula que é importante reservar ao menos uma hora por dia para estudar. Vai ser um momento em que a pessoa vai desligar o telefone e focar totalmente naquilo, se comprometendo com aquela imersão. Isso é possível até para quem trabalha por muitas horas”, explica.

Para quem vai fazer prova para diferentes instituições, é importante planejar bem a rotina de estudos, ainda de acordo com Debora. É preciso ficar atento ao conteúdo programático de cada processo já que as demandas de conhecimento são diferentes.

“No caso da Ebserh, é preciso ter um conhecimento sobre a legislação da empresa, por exemplo. Para os enfermeiros, o conteúdo varia conforme a vaga. Enquanto o generalista deve saber um pouco de tudo e revisar todo conteúdo aprendido na graduação, o especialista deve dominar o conhecimento sobre a área que estudou”, explica Debora.

Já a prova referente ao hospital Odilon Behrens exige um conhecimento generalista para todos os concorrentes na área de enfermagem, independentemente da especialização – que será avaliada em um segundo momento. Para todos os casos, também é fundamental conhecer a fundo a legilação vigente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Como rever todo conteúdo aprendido durante a graduação não é tarefa facilmente realizada em poucas semanas, vale a pena direcionar os estudos para aqueles assuntos com que tem uma menor afinidade. “Foque naquilo que tem uma maior dificuldade. Se tem uma maior facilidade na saúde do adulto, concentre o estudo na saúde da criança e do adolescente, por exemplo”, diz a professora, lembrando que o conhecimento sobre as normas cultas da língua portuguesa também é cobrado nas provas e deve constar dos estudos.

Abrindo portas

Aos recém-formados que ainda não têm experiência e não sabem como chegar à área que desperta maior atenção, a recomendação de Debora é que façam o maior número possível de concursos para conseguirem uma boa colocação no mercado de trabalho da área da saúde.

“Talvez aquela vaga disponível não seja de uma área que almeja, mas o trabalho no serviço público pode oferecer experiência e vitrine, que vão tornar mais fáceis os caminhos para o objetivo final”, conta.

Esse conselho, segundo Debora, é baseado em experiência própria. “Quando me formei, tive oportunidade em um CTI adulto, que é diferente do que desejava. Mas essa oportunidade me ajudou a migrar para o atendimento a pacientes com lesões cutâneas, a área em que tanto desejava trabalhar”, conclui.

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