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O que é design inclusivo?

O que é design inclusivo?

Forma de pensar tem como objetivo que produtos e interfaces digitais possam ser utilizados por todos, independentemente de qualquer limitação.

O que é design inclusivo?

Você já ouviu falar em design inclusivo? Esta nova forma de pensamento tem se tornado cada vez mais comum dentro do mercado, sendo adotada por empresas ou servindo de ponto de partida para o início de novos negócios. A tendência é que cada vez mais exista uma preocupação com a adoção desse tipo de design.

A ideia é que, com ele, produtos e serviços sejam feitos para que todas as pessoas possam usufruí-los, tendo uma experiência equivalente. Desde objetos e aparelhos feitos pela indústria de móveis e eletrodomésticos, por exemplo, até a interface de sites e aplicativos na internet: o objetivo é incluir todo mundo.

Os princípios do design inclusivo visam colocar as pessoas em primeiro lugar. Isso quer dizer que os produtos devem ser projetados pensando em todas elas, incluindo necessidades específicas, como deficiências de natureza permanente, temporária, situacional ou mutável.

Assim, o design inclusivo consiste na criação de produtos que possam atender a um público com características limitadoras. Essa audiência demanda ferramentas e equipamentos que auxiliem limitações e maximizem a integração nas atividades diárias.

O diferencial do design inclusivo é que ele vai além de garantir a acessibilidade. A chave para a construção de um bom produto, que atenda aos princípios do design inclusivo, é ser projetado para pessoas com habilidades diferentes. 

Um exemplo disso é o controle remoto da televisão. Originalmente, ele foi feito para facilitar a vida de pessoas que tinham mobilidade reduzida, portanto, dificuldades para mudar de canal ou ajustar o volume. Hoje, ele é uma ferramenta utilizada por todos, beneficiando tanto quem tem alguma deficiência, quanto aqueles que não têm nenhuma.

Design inclusivo no meio digital

O design inclusivo não se resume aos produtos físicos, projetados para atender a um público específico. Ele também precisa ser incorporado no meio digital, que cada vez mais faz parte do dia a dia da sociedade, assim como de suas ações e relações.

Neste meio, os princípios seriam proporcionar uma experiência equivalente para os usuários, ser consiste, considerar a situação, dar controle, oferecer escolha, priorizar o conteúdo e adicional valor. Dessa forma, a plataforma consegue atender e incluir todos os indivíduos presentes no público, sem desfavorecer ninguém.

A interface do site necessita proporcionar uma experiência equivalente para todos os visitantes, sem prejudicar o entendimento do conteúdo. Uma vez que as pessoas utilizam diferentes ferramentas para ler a interface, é preciso pensar em como incluir todo mundo.

Uma opção é disponibilizar uma alternativa para acessar o conteúdo, como transcrição, audiodescrição ou linguagem de sinais. Vídeos ou áudios também podem contar com legendas personalizáveis, nas quais o usuário pode escolher a cor, o tamanho e o posicionamento que o melhor atende.

Também é importante que a plataforma use padrões de design consistentes e já estabelecidos, visando familiaridade e compreensão dos usuários. Dar controle para o visitante, como permitir que ele dê um zoom na tela ou pare animações, é outro aspecto fundamental para tornar a experiência mais agradável e inclusiva.

Ao elaborar uma interface com design inclusivo, lembre-se de oferecer múltiplas escolhas de como realizar uma tarefa, já que você não conhece as preferências de cada usuário. Isso pode ser feito a partir da disponibilização de mais uma forma de concluir uma ação e um layout com diferentes maneiras de visualização.

Tenha cuidado para não perder o foco principal de seu conteúdo, que pode ficar “esquecido” em sua interface se estiver cercado de muitas informações e funcionalidades. Aquilo que for mais importante para navegar ou ser lido em sua plataforma deve ser sempre priorizado e colocado em destaque, facilitando a compreensão.

Por fim, lembre-se de adicionar valor a sua plataforma, com recursos que tornarão a experiência do usuário ainda melhor. Uma função que facilite a conclusão de uma tarefa, como um “exibir senha” para ver se ela foi escrita corretamente, ou a integração com dispositivos conectados são algumas dessas possibilidades.

Uma dica valiosa para a criação de um design inclusivo, físico e digital, envolve, justamente, a inserção dos usuários que irão usufruir da plataforma no processo de desenvolvimento. As opiniões e os feedbacks deles sobre as propostas e as ideias precisam ser ouvidas e levadas em conta, visando proporcionar uma melhor experiência do produto ou do serviço prestado.

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