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4 influenciadores ativistas que falam sobre um pouco de tudo nas redes sociais

4 influenciadores ativistas que falam sobre um pouco de tudo nas redes sociais

Com o crescimento das redes sociais em escala global, surgiram os influenciadores digitais. Confira 4 deles, que desenvolvem um conteúdo politicamente mais engajado em diferentes temas.

4 influenciadores ativistas que falam sobre um pouco de tudo nas redes sociais

O desenvolvimento das redes sociais alterou o jeito de produzir e consumir informação. Isto é visto de maneira mais evidente na internet, mas também nos programas televisivos e nos jornais impressos, desde a criação de temas até a influência na linguagem, favorecendo um jeito bem-humorado de compartilhar conhecimento.

Neste contexto, surgiram os influenciadores digitais: pessoas que exercem impacto acima da média em determinado segmento, possuindo milhares ou até milhões de seguidores em suas redes sociais, como Instagram, YouTube, LinkedIn, Facebook e Twitter.

Os influenciadores podem atuar em diferentes nichos e temas, desde economia, finanças e política institucional até ciência, tecnologia, saúde mental, feminismo, racismo, veganismo e ciberativismo. Veja alguns que revelam as tendências do momento.

Nátaly Neri

Com mais de 714 mil seguidores só em seu perfil no YouTube, esta cientista social criou o canal “Afros e Afins” quando ainda cursava a graduação, em 2015. O que motivou essa ideia foi o desejo de compartilhar descobertas e informações sobre individualidade, além de um estilo de vida emocionalmente e ecologicamente mais equilibrado.

Desde então, ela diversificou os conteúdos produzidos em seus canais e aborda diversos temas, como o veganismo, a beleza “sem crueldade”, em que cosméticos não são testados em animais, o racismo, o feminismo e como encontrar mais propósito no dia a dia.

Elisama Santos

Elisama trabalhou como advogada até o nascimento de seu primeiro filho, Miguel. A experiência da maternidade foi um ponto importante, fazendo-a mudar de profissão, formar-se em psicanálise e produzir conteúdos sobre equilíbrio emocional, educação parental e comunicação não violenta.

Com mais de 100 mil seguidores em suas redes, Elisama tornou-se conhecida por trazer vídeos com uma linguagem acessível e provocativa sobre temas delicados, como chantagem emocional, dialogar com seu filho de forma mais equilibrada e reconhecer as feridas trazidas por experiências vividas na infância. 

O sucesso foi tanto que Elisama já lançou dois livros, que estão entre os mais vendidos sobre o tema: Educação Não Violenta e Por que gritamos?. Além de produzir conteúdos e dar palestras, ela oferece cursos on-line sobre o assunto.

Nath das Finanças

Nathália é uma estudante do curso de Administração que teve uma ideia simples, porém ousada: produzir conteúdos na internet para ajudar pessoas de baixa renda, que estão desempregadas e não têm acesso a qualquer educação financeira, a sair do vermelho.

Usando uma linguagem descontraída, ela começou a produzir vídeos para compartilhar dicas que ajudem as pessoas a ter uma vida financeira mais equilibrada. Hoje, além de realizar a graduação, Nathália trabalha como orientadora financeira para as pessoas dessa população.

Com mais de 400 mil seguidores no YouTube, no Instagram e no Twitter, Nathália tornou-se famosa, passando a ser colunista do jornal El País Brasil. Na crise econômica deste ano, ela criou um plug-in no Google Chrome que pergunta ao internauta se ele tem certeza de que precisa daquilo ou está caindo na tentação do frete grátis, na hora em que vai comprar algum produto ou serviço.

Preta Rara

Após anos trabalhando como empregada doméstica, Joyce passou a compartilhar suas experiências em uma página do Facebook chamada “Eu, empregada doméstica”, que, hoje, tem mais de 140 mil seguidores. O sucesso a fez mudar de nome e se tornar Preta Rara: influenciadora digital, rapper e arte-educadora. 

Em suas plataformas, ela fala sobre racismo, gordofobia e feminismo, trazendo a arte como um mecanismo de conexão e conscientização. Nascida em Santos, no litoral de São Paulo, ela criou o primeiro grupo de rap da cidade e, recentemente, mudou-se para a capital com o objetivo de se dedicar à carreira artística. Em 2020, lançou seu primeiro livro: Eu, empregada doméstica: a senzala moderna é o quartinho da empregada.

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