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5 cuidados que a vagina precisa, especialmente, no verão

5 cuidados que a vagina precisa, especialmente, no verão

Saúde íntima feminina demanda cuidados extras nos dias de maior calor.

5 cuidados que a vagina precisa, especialmente, no verão

O verão se aproxima e, com ele, as idas à praia e à piscina, que ajudam a refrescar do calorão desta época do ano. Contudo, você sabia que, desde a infância, é preciso cuidar da saúde íntima, em especial, durante esta estação?

Os cuidados começam com a escolha de roupas íntimas adequadas. Por ser uma época quente, o aumento da sudorese pede trajes mais leves e tecido de algodão, que absorve a umidade.

Veja, a seguir, algumas recomendações a serem adotadas para manter a saúde da vagina nos dias de calor.

Calcinha de algodão

O ideal é usar modelos confortáveis e feitos de algodão. O tecido absorve o suor e os fluidos vaginais, permitindo que a pele respire sem ficar abafada. Hoje em dia, há modelos para todos os gostos, inclusive, rendados e sensuais. 

Este tipo de lingerie deve ser usada, principalmente, por mulheres que gostam de usar calça apertada. A fricção da pele com o tecido e a sudorese pode favorecer alergias, irritações e infecções na região íntima.

Sempre que for possível, também é indicado dormir sem calcinha para deixar a pele da vagina “respirar”, ou seja, ficar mais fresca. Isso é importante para quem passa boa parte do dia sentada — posição que aquece a região e dificulta a circulação de ar.

Biquíni molhado

Uma das principais inimigas da saúde vaginal é a combinação feita por calor e umidade. Acontece que este é o ambiente propício para a proliferação de fungos, como o que causa a candidíase.

No verão, há grande aumento de casos de candidíase, inclusive, em crianças, por conta do tempo prolongado do uso de biquíni molhado. Assim, se for para a praia ou para a piscina, o ideal é sempre levar uma muda extra de biquíni.

A troca deve ser feita para prevenir essa infecção tão incômoda, que causa coceira intensa, corrimento e até mau odor, por conta de um desequilíbrio na flora vaginal. A candidíase pode ocorrer repetidas vezes e em mulheres de todas as idades.

Depilação íntima

Muitas mulheres se sentem mais limpas removendo todos os pelos da região íntima. A prática não tem contraindicação, mas deve ser feita com cautela e ajuda profissional para evitar danos à pele delicada do local.

Para quem utiliza técnicas como a lâmina de barbear para remover os pelos, é recomendado alternar os dias da depilação para evitar irritações e até foliculite, o famoso pelo encravado, que podem causar coceira e dor intensa.

Higiene cautelosa

Em locais muito quentes, é natural que a mulher procure tomar mais de um banho por dia, para se sentir mais fresca e limpa. No entanto, os ginecologistas recomendam atenção com a higiene íntima.

O indicado é usar sabonetes neutros ou específicos para a região íntima para evitar alterar o pH vaginal, favorecendo o surgimento de infecções oportunistas, como a candidíase. O produto deve ser aplicado apenas uma vez na região, sendo enxaguado em seguida.

As duchas vaginais não são recomendadas, mesmo após a relação sexual, uma vez que removem a proteção natural que existe na vagina, a flora vaginal, expondo a mulher ao risco de contrair alguma doença.

Os lenços umedecidos para a higienização da vagina também são bem-vindos, mas não substituem a água e o sabão. Algumas mulheres podem ter a pele mais sensível e apresentar coceira por conta da umidade do produto na região íntima.

Sexo seguro

Verão combina com paquera, mas não com infecção sexualmente transmissível. Mesmo que a mulher tome medidas contraceptivas, como o uso de pílula, o DIU ou o implante, não fica dispensada da camisinha nas relações sexuais.

A mulher empoderada reconhece a importância do uso do preservativo e não delega ao homem a obrigação de ter o produto consigo. Ela mesma garante a sua proteção, seja com a camisinha masculina ou feminina.

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