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Inovações tecnológicas impactam setor de arquitetura possibilitando projetos que conciliam economia, resultado estético e funcionalidade

São Paulo, SP 26/8/2021 – Trazem ferramentas de algo que antes era planejado em 2D, dando vida e visualidade em 3D

O uso da tecnologia trouxe recursos para um melhor aperfeiçoamento dos arquitetos, que podem aplicar as tendências no cotidiano melhorando a experiência dos clientes

Com os avanços tecnológicos surgem novas soluções para um mercado mais produtivo e lucrativo, gerando mudanças e a adoção de novos comportamentos em decorrência das inovações, e um dos setores que vêm absorvendo, cada vez mais, é a arquitetura, segundo a Archtrends Portobello, consultoria de tendências em arquitetura e design. Conforme a pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da consultoria Gartner, para cada 1% investido em inovações tecnológicas, o lucro da empresa aumenta 7% após dois anos. E revelam que as empresas vêm mantendo investimentos na área tecnológica em torno de 7,7% da receita líquida, independentemente do cenário econômico.

A tecnologia foi se tornando algo essencial no setor de arquitetura, começando pela medição de um local, antes por trena manual que levava, no mínimo, 10 minutos, e hoje a laser, que, no máximo, são 5 minutos e com dimensão de todo ambiente, interno ou externo, informa Hadassa Frota Leitão Lima Menezes, graduada em Arquitetura e Urbanismo e em Design de Interiores, e com Especialização em Engenharia Civil de Sistemas Construtivos de Edificações.

Uma das tecnologias que ajuda muito é o tablet, diz Hadassa, pela facilidade que o arquiteto tem em escrever, rabiscar e desenhar, na hora ou local em que estiver. Com inúmeros aplicativos disponibilizados, o aparelho também possibilita tirar fotos do local, colocar medidas, fazer mudanças, planejamento, arquivar projetos na Nuvem etc.

Contudo, Hadassa destaca a tecnologia dos programas de softwares como primordiais para a arquitetura, um projeto 2D que antes era feito em uma folha de papel agora é produzido pelo AutoCAD, trazendo agilidade e precisão. Ela também menciona que o software pode desenvolver um projeto de um pequeno banheiro ou de uma cidade inteira, em único arquivo, economizando centenas de folhas de papel, além de poder mandar arquivo em PDF para o cliente ver pelo celular, computador ou tablet.

“Com minha carreira, foram surgindo softwares incríveis em que fiz cursos para poder entender e dominar. Como os SketchUp, LumiOn, 3DMax, softwares que trazem ferramentas de algo que antes era planejado em 2D, dando vida e visualidade em 3D. Com isso, o cliente consegue ver melhor o que está sendo planejado”, relata Hadassa, que possui habilidades com softwares 2D: AutoCAD e 2D Layout, 3D: SketchUp, Promob, 3D Max, 2020 Design, e Cabinet Vision, de Renderização: V-Ray, Corona Render, Real Scene e Render UP, de edição de imagem: CorelDraw, Photoshop, e gestão de projetos: MS Office, QuickBooks e Asana.

Segundo a consultoria Archtrends Portobello, a arquitetura 3D nos projetos com espaços tridimensionais permite que os clientes tenham uma experiência muito mais completa, com uma boa definição de detalhes e bastante realismo. Com as vantagens de possuir ferramenta fundamental para proposta comercial, maior proximidade com a realidade e facilidade em testar ideias.

Outras tecnologias que deram mais confiança aos arquitetos, conforme a especialista, foram os softwares de detalhamento arquitetônico, o PROMOB, 2020, CABINETVISION, softwares de trabalho em 3D com detalhamento de desenho que permite mais exatidão e proporcionalidade. E entre os mais desenvolvidos estão os softwares de renderização e realidade virtual, quando se vê a imagem de como ficará o projeto, ou quando se sente presente no ambiente. “Digamos que vou construir uma casa com esses softwares, mostro as imagens renderizadas às pessoas e elas ficam como se estivessem vendo fotos de sua casa nova. Na realidade virtual, coloca-se os óculos e você se sente dentro da casa. O Vray, Corona, RenderUp e o RealScene me trazem essa magia de poder construir ou reformar, já sabendo exatamente como ficará, é algo que a tecnologia trouxe para a arquitetura”, explana Hadassa.

De acordo com a Buy Actions, a realidade aumentada (RA) e a realidade virtual (RV) se tornaram algumas das maiores tendências da tecnologia, e este mercado, que inclui também a realidade mista (RM), deve continuar crescendo até atingir US$ 124,4 bilhões em 2023, um aumento de 305% em dois anos.

Hadassa afirma que a tecnologia e a arquitetura andam juntas, por tudo que podem proporcionar. “Graças à tecnologia consigo trabalhar de forma remota, tendo contato com os clientes por videoconferência, e dando ao meu trabalho excelência e qualidade, mesmo com tempos de pandemia”, finaliza Hadassa, com experiência desenvolvida nas áreas de arquitetura, design de interiores e gestão de projetos.

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