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Álcool em gel: como as práticas de higiene mudaram depois da pandemia?

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Quais são as principais formas de proteção contra doenças contagiosas

O histórico de doenças pandêmicas que se alastraram por continentes e os desafios da saúde em escala mundial no século XXI deixaram a comunidade científica de orelha em pé. E não é para menos: a última pandemia de COVID-19 manchou o planeta com um rastro de morte e medo.

Pandemia é o nome que se dá a uma doença nova que se espalha rapidamente por vários países consecutivos, assolando populações que ainda não desenvolveram imunidade a ela.

Com a disseminação do novo coronavírus, os órgãos internacionais de saúde passaram a orientar a população sobre as formas de evitar a transmissão do vírus. Após o ápice da pandemia, porém, as medidas de proteção continuam ser seguidas à risca, prevenindo não só a COVID-19, mas muitas outras doenças contagiosas.

As principais recomendações são:

Geralmente, as doenças virais que afetam o trato respiratório, são transmitidas através de gotículas contaminadas, que são expelidas durante tosse, espirro, conversa ou beijo. As máscaras de proteção criam uma barreira física contra o vírus e o álcool em gel é capaz de eliminar os germes causadores de doenças.

Mas será que é realmente necessário higienizar as mãos com álcool em gel?

A verdade sobre o álcool em gel

Em tempos de Fake News, muitas pessoas se perguntam se a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) em relação ao uso do álcool em gel é realmente relevante. De tempos em tempos, circulam nas redes sociais mitos e verdades sobre o produto.

Alguns são a favor do uso, outros contra. Com tanta informação cruzada, em quem confiar?

Segundo a médica infectologista Talita Arruda, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, o álcool em gel quebra a cápsula de gordura do vírus, destruindo-o. O uso correto, porém, deve ser feito utilizando produtos que contenham 70% de concentração de álcool etílico.

Essa concentração alcoólica deve ser respeitada porque abaixo dessa porcentagem o nível de proteção despenca consideravelmente.

Os outros 30% do produto são compostos por água e gel. A água facilita a entrada do álcool nos microrganismos. O gel protege as mãos e ao mesmo tempo evapora mais rápido do que o álcool comum. Álcool em gel com a concentração correta elimina até 99% dos germes.

Portanto, utilizar álcool em gel para a higienização correta das mãos, principalmente fora de casa é extremamente relevante sim!

Outras formas de proteção

Higienizar as mãos com álcool em gel é eficiente para a proteção contra vírus e bactérias, mas não é a única forma de se proteger. Confira abaixo outras recomendações, tanto contra a COVID-19 quanto outras doenças altamente contagiosas:

  • Mantenha isolamento social

Em tempos de pandemia e pós-pandemia, evitar aglomerações é uma das formas de conter a disseminação de doenças contagiosas.

É recomendado manter a distância de cerca de 1,5m de pessoas, mesmo daquelas que não estejam demonstrando sintomas de doenças infecciosas. Muitas vezes, pessoas assintomáticas transmitem doenças através de gotículas de saliva imperceptíveis e podem infectar quem estiver muito perto.

  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca

As mãos podem carregar bactérias e vírus. Levar as mãos infectadas ao nariz, olhos ou boca pode colocar a pessoa em risco. Tocar em superfícies contaminadas também pode ser perigoso. Esse é o principal motivo da recomendação de lavar bem as mãos ou higienizá-las com álcool em gel.

  • Use máscaras de proteção

Países asiáticos já têm o costume de utilizar máscaras de proteção em ambientes fechados ou com aglomeração de pessoas. Como a maioria das infecções virais são transmitidas pelas vias aéreas, protegê-las com máscaras de proteção é uma das formas de impedir a contaminação.

Muitas empresas já adotaram o hábito de distribuir máscaras personalizadas tanto para clientes quanto para funcionários.

  • Ir ao hospital apenas quando for necessário

Sintomas leves de gripe não colocam a vida da pessoa em risco. Tosse, febre baixa, coriza e mal-estar podem ser tratados em casa, com repouso e líquidos. Durante alertas pandêmicos, a recomendação médica é evitar ter contato com outros pacientes em hospitais, já que a exposição de vírus e bactérias é ainda maior.

Além de todos esses passos, fortalecer o sistema imunológico através de alimentação equilibrada e exercícios físicos é uma das melhores formas de treinar o organismo contra agentes infecciosos externos.

Com o alto índice de informações falsas que circulam pela internet e receitas milagrosas contra doenças diversas, é importante também levar em conta os procedimentos de segurança e medidas protetivas divulgadas pelos órgãos governamentais para proteção da integridade física.

Todas as recomendações divulgadas pela Organização Mundial da Saúde visam lidar não apenas com o novo coronavírus, mas com diversos outros agentes de alta infectividade que circulam de maneira invisível entre nós. Confie na comunidade científica e proteja-se!

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