Infecção urinária recorrente afeta até 40% das mulheres e exige atenção redobrada
Infecção urinária recorrente afeta até 40% das mulheres e exige atenção redobrada

Infecção urinária recorrente afeta até 40% das mulheres e exige atenção redobrada

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Montes Claros, MG — 23 de agosto de 2025, as infecções urinárias recorrentes, também chamadas de infecções de repetição, atingem até 40% das mulheres ao longo da vida, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz. A condição é caracterizada por dois ou mais episódios em seis meses ou três ou mais em um ano, e pode causar desconfortos frequentes e prejuízos à saúde se não for tratada adequadamente.

Por que as mulheres são mais afetadas?

A anatomia feminina favorece a entrada de bactérias na uretra, tornando as mulheres até 50 vezes mais propensas a desenvolver infecções urinárias do que os homens. Entre os principais fatores de risco estão:

  • Higiene íntima inadequada
  • Uso incorreto do papel higiênico
  • Relações sexuais sem cuidados preventivos
  • Hábito de segurar a urina por longos períodos
  • Baixa ingestão de água
  • Presença de cálculos renais ou malformações nas vias urinárias

Sintomas e exames indicados

Os sinais mais comuns incluem:

  • Ardência ou dor ao urinar
  • Urina com odor forte
  • Vontade frequente de ir ao banheiro
  • Sensação de bexiga cheia mesmo após urinar

O diagnóstico é feito por meio de exames de urina, como o EAS (elementos anormais do sedimento) e a urocultura. Este último identifica a bactéria causadora da infecção e orienta o uso do antibiótico mais eficaz. Em casos persistentes, exames de imagem como ultrassom ou tomografia podem ser solicitados para investigar causas estruturais.

Tratamento personalizado

Enquanto uma infecção isolada costuma ser tratada com antibióticos por poucos dias, os casos recorrentes exigem uma abordagem mais cuidadosa. Pode ser necessário:

  • Uso prolongado de antibióticos em dose baixa
  • Correção de fatores anatômicos, como pedras nos rins
  • Acompanhamento médico regular

Prevenção começa no dia a dia

Medidas simples podem reduzir significativamente o risco de novas infecções:

  • Beber bastante água
  • Não segurar a urina
  • Urinar após relações sexuais
  • Higienizar a região íntima corretamente (da frente para trás)
  • Evitar duchas vaginais frequentes e sabonetes agressivos
  • Usar roupas íntimas confortáveis e respiráveis

Para mulheres na menopausa, o uso de cremes vaginais com hormônio, sob orientação médica, pode ajudar a restaurar a mucosa vaginal e uretral, reduzindo a vulnerabilidade às bactérias.

Jornal Montes Claros | Texto: Jornal Montes Claros – com base em informações médicas atualizadas

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