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Hantavirose: entenda a doença, sintomas, transmissão e prevenção
Hantavirose: entenda a doença, sintomas, transmissão e prevenção

Hantavirose: entenda a doença, sintomas, transmissão e prevenção

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Montes Claros – 5 de maio de 2026. O hantavírus é um grupo de vírus transmitido por roedores que pode causar doenças graves em humanos, como a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH). Embora os casos sejam raros, a rapidez da evolução clínica em alguns pacientes torna essencial o reconhecimento precoce dos sintomas e a adoção de medidas de prevenção em ambientes domésticos e rurais.

O que é o hantavírus

O hantavírus é mantido em populações de roedores silvestres e pode infectar pessoas que entram em contato com excreções (urina, fezes, saliva) desses animais. As manifestações clínicas variam conforme a cepa, mas nas Américas a forma mais preocupante é a SCPH, que afeta principalmente o sistema respiratório e cardiovascular.

Transmissão

  • Via principal: inalação de aerossóis contaminados por urina, fezes ou saliva de roedores infectados.
  • Outras formas: contato direto com secreções ou mordidas; transmissão entre pessoas é rara e documentada apenas em situações específicas com cepas muito particulares.
  • Ambientes de risco: depósitos, celeiros, galpões, áreas com acúmulo de lixo ou entulho e locais com infestação de roedores.

Sintomas e evolução clínica

  • Período de incubação: geralmente de 1 a 8 semanas.
  • Sintomas iniciais (semelhantes a gripe): febre alta, fadiga, dores musculares, dor de cabeça, náuseas e desconforto abdominal.
  • Sinais de alerta (procure emergência): tosse seca, falta de ar, sensação de aperto no peito, tontura ou queda da pressão arterial. A forma pulmonar pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória e choque.

Diagnóstico e tratamento

  • Diagnóstico: realizado por exames laboratoriais específicos (sorologia e PCR) em serviços de saúde e laboratórios de referência.
  • Tratamento: não existe antiviral específico de uso rotineiro; o manejo é suporte intensivo — oxigenação, ventilação mecânica quando necessário e monitorização hemodinâmica e renal. O diagnóstico precoce e o suporte hospitalar são determinantes para a sobrevida.

Prevenção prática (orientações claras)

  • Evitar acúmulo de lixo e entulho; manter quintais, depósitos e áreas externas limpos.
  • Vedar frestas e buracos em residências e depósitos para impedir a entrada de roedores.
  • Armazenar alimentos em recipientes fechados; descartar lixo em sacos bem fechados.
  • Ao limpar locais potencialmente contaminados: umedecer superfícies antes de limpar; usar máscara PFF2/N95 e luvas; evitar varrer a seco que levante poeira.
  • Notificar a vigilância epidemiológica local ao identificar infestação ou casos suspeitos.

O que fazer em caso de suspeita

Procure atendimento médico imediato ao primeiro sinal de febre acompanhado de sintomas respiratórios ou dores musculares intensas e informe sobre possível exposição a roedores. A notificação à vigilância de saúde permite investigação e medidas de controle ambiental.

Redação Jornal — com informações de órgãos de saúde pública e literatura técnica.

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