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Ministro da Saúde volta atrás e diz que não pretende rever tamanho do SUS

Depois de afirmar que o Estado não tem como assumir todas as garantias previstas na Constituição, incluindo o acesso universal à saúde, o ministro da Saúde do governo Temer, Ricardo Barros, recuou e disse nesta terça-feira (17) que o Sistema Único de Saúde (SUS) “está estabelecido” e que não deve rever o tamanho do sistema.

Barros ainda disse que é preciso rever gastos com a Previdência, assim como ocorreu em outros países, mas não o acesso à saúde. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada na edição desta terça, o ministro citou o exemplo da Grécia, que cortou as aposentadorias.

Ministro da Saúde volta atrás e diz que não pretende rever tamanho do SUS
Ministro da Saúde volta atrás e diz que não pretende rever tamanho do SUS

 

“Vamos ter que repactuar, como aconteceu na Grécia, que cortou as aposentadorias, e em outros países que tiveram que repactuar as obrigações do Estado porque ele não tinha mais capacidade de sustentá-las.”

“A médio prazo, quando falo em repactuar, é por conta do crescimento das despesas previdenciárias que vem ocupando espaços de outras áreas”, justificou-se após participar de reunião com gestores de saúde em Brasília.

“O SUS está estabelecido, estamos atendendo o máximo de pessoas possíveis, com o maior número de precedimentos que podemos autorizar e remédios, mas evidentemente que isso é insuficiente para a proposta constitucional do SUS que é saúde universal para todos. Para que possamos ampliar o SUS, teremos que repactuar a divisão de recursos que existe entre as diversas áreas do governo”, afirmou à Folha.

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