FENICS 2019 - ACI

Inicio » Colunistas » Hesiodo José » Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Inutilidades Públicas
Rato é rico em Omega 3

“Uma das melhores características da farofa de Rato  é a sua capacidade de receber o tempero”. Falou o  chefe russo Takhir Androkov que está na cidade de Montes Claros desde o dia 05 ministrando cursos e oficinas sobre alimentação alternativa. Na aula de ontem ministrada para estudantes de Nutrição de uma faculdade particular o chefe mostrou como se  fazer um lanche com o bife de anca de rato, no mínimo, inusitada, mas os alunos que no inicio sentiam pavor acabaram aceitando e até experimentando. “Conhecido por aqui como Ratão-do-Canal o roedor gigante que habita a região do Cintra, fundos do Renascença e canais próximo a ponte que vai para o Edgar Pereira é muito  rico em ômega 3, depois de preparado corta-se pequenas fatias do seu dorso com uma lamina de estilete de cozinha e olha, fica uma delicia!” afirmou o chefe.

Pinga de Urina

O Januarense  Jaime Gilson é designer e pesquisador que trabalha em formas de implementar inovações biomédicas no cotidiano das pessoas, fazendo com que problemas se tornem soluções criativas. A nova inciativa de Gilsin de Zé Pinguelo  como é conhecido, é transformar urina de pacientes diabéticos em um cachaça  de alto nível, destinada  à exportação. A inspiração veio de sua própria história de vida, já que Gilsin é portador de diabetes tipo 1, onde o seu corpo não produz insulina o suficiente para controlar os níveis de açúcar e de uma lenda que diz que uma empresa farmacêutica teria instalado uma fábrica ao lado de uma casa de repouso e implementado um sistema de troca: os moradores davam a urina e recebiam brinquedos e almofadas. O xixi seria processado para remover os componentes químicos, que poderiam ser jogados diretamente nos novos medicamentos. A matéria-prima é coletada de voluntários idosos, incluindo a avó de Gilsin. A urina, então, é purificada da mesma maneira que a água, com as moléculas de açúcar sendo removidas e adicionadas à mistura de grãos, acelerando o processo de fermentação. Depois de ser fermentada, a bebida alcoólica recebe aditivos para ganhar cor, sabor e viscosidade, o produto, então, é embalado com o nome e a idade do doador. Como é de se esperar, a bebida não terá uma divulgação tradicional. “É quase uma obra de arte”, afirmou. O artista não acha possível que os sistemas municipais de purificação de água sejam usados para colher recursos biológicos produzidos pelos idosos. Quem quiser provar a cachaça  terá de aguardar um pouquinho até o próximo carnaval.

Riso da Hora

Já que não tem nada que preste na televisão, que tal se a gente saísse e fosse se divertir um pouco? – sugere a mulher. – ótima idéia – concorda o marido. – O primeiro que voltar deixa a chave embaixo do capacho!

Fica assim, amanhã  tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
Hesiodo José

Aviso: Nossos editores/colunistas estão expressando suas opiniões sobre o tema proposto e esperamos que as conversas nos comentários de artigos do JORNAL MONTES CLAROS sejam respeitosas e construtivas.Os espaços de comentários em nossos artigos são destinados a discussões, debates sobre o tema e críticas de ideias, não as pessoas por trás delas. Ataques pessoais não serão tolerados de maneira nenhuma e nos damos ao direito de ocultar/excluir qualquer comentário ofensivo, difamatório, preconceituoso, calunioso ou de alguma forma prejudicial a terceiros, assim como textos de caráter promocional e comentários anônimos (sem nome completo e/ou e-mail válido)



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *