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MG – Criança mineira está na fila de espera por coração, família se mobiliza nas redes sociais

MG – Criança mineira está na fila de espera por coração, família se mobiliza nas redes sociais

Um bebê de um ano e quatro meses está na corrida contra o tempo à espera de um coração. Por isso, a família da menina Carlotte Santos Barbosa, que é de Tiradentes, na Região central de Minas Gerais, criou um perfil no Facebook para chamar a atenção da população para a importância da doação de órgãos.

Carlotte Santos Barbosa
Carlotte Santos Barbosa

 

Aos seis meses de vida, a menina foi diagnosticada com Miocardia dilatada – uma doença que acarreta no crescimento nos músculos do coração, dificultando a circulação de sangue e causando insuficiência cardíaca. Charlotte chegou a ficar internada em Belo Horizonte e atualmente está na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital das Forças Armadas, em Brasília, onde vive a base de medicamentos, segundo informações da família.

No Facebook, a página “Somos Todos Charlotte” já alcançou mais de sete mil seguidores e conta com o apoio da atriz Nicette Bruno.

Veja vídeo:

Doação no Brasil

O Brasil registrou o maior número de doadores efetivos da história pelo Sistema Único de Saúde (SUS): foram 2.983 doadores em 2016. O número representa uma taxa de 14,6 por milhão da população, 5% maior em comparação a 2015. Além disso, houve crescimento também 103% no número de potenciais doadores entre 2010 e 2016, passando de 4.997 para 10.158, segundo dados do Ministério da Saúde.

Outro recorde ocorreu em relação aos transplantes de coração. Em 2016, foram 357 procedimentos, crescimento 13% em relação ao ano anterior. O decreto federal nº 8.783 assinado em junho de 2016, viabilizou aumento de 13% dos transplantes de coração, passando de 5, em 2015, para 46 órgãos transportados, somente pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Somando todos os órgãos transportados pela FAB, como coração, fígado, pulmão e rim, houve aumentou de 3.340%, passando de cinco para 172 após a publicação da lei. O decreto estabeleceu que a Aeronáutica deve manter um avião em solo, à disposição, para qualquer chamado de transporte de órgãos ou de pacientes em aguardo de transplantes no Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre 2010 e 2016, houve aumento de 19% no número geral de transplantes, com destaque para quatro órgãos, além do coração: rim (aumento de 18%, passando de 4.660 para 5.492 transplantes); fígado (aumento de 34%, passando de 1.404 para 1.880); medula óssea (crescimento de 39%, saltando de 1.695 para 2.362); e pulmão (crescimento de 53%, passando de 60 para 92).

Em relação à fila de espera, em dezembro do ano passado, havia 41.042 pessoas aguardando por um transplante, sendo a maior parte delas (24.914) para rim. Já a taxa de aceitação familiar, em 2016, foi de 57% (anos anteriores: 2013 – 56%; 2014 – 58%; e 2015 – 56%).

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