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Norte de Minas – Ossada achada em Rio Pardo de Minas é da menina Emilly Ketlen Ferrari


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On 18 de setembro de 2017
Last modified:18 de setembro de 2017

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Norte de Minas - Ossada achada em Rio Pardo de Minas é da menina Emilly Ketlen Ferrari

Norte de Minas – Ossada achada em Rio Pardo de Minas é da menina Emilly Ketlen Ferrari

A Polícia Civil confirmou nesta segunda-feira (18/09/2017) que a ossada encontrada no último dia 27 de abril é da menina Emilly Ketlen Ferrari. A garotinha sumiu de casa há mais de quatro ano, em Rio Pardo de Minas, no Norte do Estado. Desde então, ela nunca mais foi vista.

Norte de Minas - Ossada achada em Rio Pardo de Minas é da menina Emilly Ketlen Ferrari
Norte de Minas – Ossada achada em Rio Pardo de Minas é da menina Emilly Ketlen Ferrari

 

Conforme a polícia, exames de DNA realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) comprovaram que os restos mortais pertencem a Emilly. Não há informações, porém, de quem sequestrou a menina.

O delegado Luis Claudio Freitas do Nascimento trata o crime como um homicídio qualificado com ocultação de cadáver. Os investigadores ainda trabalham para identificar e prender os suspeitos, novas testemunhas serão convocadas para prestar depoimento.

Relembre o caso

Emilly desapareceu enquanto brincava na porta da casa da mãe, na avenida Padre Horácio Giraldi. Ela usava um vestido preto e segurava uma boneca negra, chamada pela garotinha por Pretinha.

A pequena Emilly, que tinha sete anos quando sumiu, sofria de agenesia de corpo caloso, uma doença que causa lentidão no cérebro, hiperatividade e dificuldade de aprendizado. De acordo com Diogo, quando sumiu ela estava iniciando o tratamento para minimizar a doença.

“A pedido do Pai de Emilly, venho informar a vocês que a busca por Emily terminou da maneira mais trágica e cruel. Dia triste para mim. Infelizmente, a ossada encontrada em Rio Pardo de Minas é de Emiily, agora pedimos as autoridades competentes: JUSTIÇA, esperamos que agora venham nos trazer o culpado deste crime. Estou sem palavras, ao mesmo tempo aliviada pela família e por todos nós que sempre apoiamos a causa, é muito triste não saber onde se encontra a filha, se está bem, doente, dormindo, comendo, sentindo frio, se está viva ou morta…Emilly, era apenas uma criança não merecia ter o fim de sua vida interrompida, ainda mais desta forma. Tão cruel”, encerra mensagem. 

Essa publicação é de Priscila Ágata Brandão, que divulgou a pedido do Leandro, pai da Emilly a mensagem confirmando a informação da Polícia Civil.

Tristeza

O que a família de Emily Ferrari temia, aconteceu. A ossada encontrada no dia 27 de abril, na comunidade de Alazão, a oito quilômetros de Rio Pardo de Minas, Norte do Estado, é da garota. À época foi coletado material genético da mãe dela, Tatiany Ferrari, para confirmação.

A resolução do caso, que para alguns parece ser um alívio, para os familiares, é o começo de um novo sofrimento.

“Desde o dia 4 de maio de 2013, que a dor é uma constante. Quem tem um filho desaparecido, tem a esperança que a criança adentre a casa. A mãe da Emilly chegou a reformar o quarto à espera da filha. E hoje, ela recebeu a notícia de que a ossada é da menina”, comenta o advogado da mãe, Diogo Emanuel Sena.

Diogo disse  que Tatiane, mãe da Emilly, está muito abalada e chorosa e foi orientada a não se pronunciar sobre o caso.

“Agora, vamos aguardar a chegada dos restos mortais da criança, que ainda não tem data definida, para fazermos um velório e enterrá-la com dignidade”, afirma Diogo.

Juridicamente, Diogo afirma que vai esperar o inquérito ser concluído para prosseguir com o processo. Além disso, ele pede ajuda a comissão dos diretos humanos no caso.

O pai da Emilly, Leandro Campos, afirmou estar sem chão após a notícia. E que deixará a polícia agir e fará um sepultamento para a filha.

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