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Campeonato Mineiro – Galo bate Coelho por 3 a 0

Campeonato Mineiro – Galo bate Coelho por 3 a 0

Bola tirada próxima à linha. Foi gol ou não? Dois lances semelhantes, um gol validado (para o Atlético) e, ou outro, não (para o América). Em tempos de discussão sobre a implantação do árbitro de vídeo, as perguntas sobre a questão só não se sobressaíram mais, ontem, no Horto, porque dois gols no fim fizeram com que o Galo conseguisse uma gorda vitória por 3 a 0.

Campeonato Mineiro - Galo bate Coelho por 3 a 0
Campeonato Mineiro – Galo bate Coelho por 3 a 0

 

O recurso de TV resolveria? O árbitro de vídeo sanaria todas as dúvidas? Em meio à polêmica em campo, quem se deu bem foi o Galo. Pressionado pelos maus resultados de início de temporada, o time que está sob o comando interino de Thiago Larghi – Oswaldo de Oliveira foi demitido há dez dias e a diretoria ainda não encontrou um substituto – venceu o América, um gol de Róger Guedes, um de Ricardo Oliveira e um gol contra e com menção honrosa ao argentino Tomás Andrade, que entrou no fim da partida e deu passe para dois gols.

A vitória na sétima rodada faz o alvinegro se recuperar, chegar a 11 pontos e subir para a terceira posição no Campeonato Mineiro. O Coelho, que chega ao quinto clássico sem conseguir vencer o rival, tem 13 pontos e segue como vice-líder.

Foi um clássico ruim tecnicamente, daqueles que custam a engrenar. Mas, com um time mais encaixado, o América tomou a iniciativa e deixou o Galo nos contra-ataques. Mas o duelo seguia morno. O primeiro chute só apareceria aos 20 min, em cobrança de falta sem pontaria do americano Luan.

O alvinegro tinha em Erik como seu escape. Ele teve duas boas oportunidades na primeira etapa, uma que limpou e mandou para fora e, na outra, num bom chute de longe. Impaciente, a torcida do Galo pediu raça e mais empenho da equipe.

E coube a Róger Guedes a dose de alento. Num lance polêmico, o atacante cabeceou, Glauco tirou no limite entre a linha e o gol, mas o árbitro Igor Júnio Benevenuto, sob indicação do assistente Fifa Guilherme Dias Camilo, confirmou o gol.

Curiosamente, o segundo tempo começou com um lance parecido, desta vez, a favor do Coelho. Marquinhos, que entrou no intervalo para fazer sua estreia com a camisa alviverde, cabeceou e o zagueiro Gabriel tirou também perto da linha. Neste caso, o gol não foi validado.

O jogo seguiu na toada da etapa inicial, com o Coelho com mais volume. Mas, da mesma forma, Victor praticamente não trabalhou. O Atlético, de igual forma, só nos contra-golpes e nos chutes venenosos de Otero. Mas o fim de partida ainda reservava um capítulo para o argentino Tomás Andrade. Ele entrou no jogo e, com dois minutos em campo deu passe para Róger Guedes chutar, a bola desviar em Norberto e fazer gol contra, o segundo do Galo. Cinco minutos depois, outra assistência, desta vez, para Ricardo Oliveira.

O Atlético, agora, parte para uma jornada ao Nordeste do país, pela Copa do Brasil. O alvinegro encara o Botafogo-PB, em jogo único, em João Pessoa, pela segunda fase da competição. Em caso de empate, a decisão da vaga vai para os pênaltis. O próximo compromisso do Coelho é só na próxima sexta-feira, contra o Tombense, em Tombos.

Palavra do técnico

O técnico interino Thiago Larghi avaliou positivamente a aplicação tática e a dedicação dos jogadores na vitória do Atlético por 3 a 0. O treinador explicou que os treinos fechados ao longo da semana se deram para ter mais privacidade para trabalhar neste momento. Ele também pregou o respeito ao adversário.

“A gente procurou ter privacidade no treino, a nível de concentração, para facilitar a coesão entre eles e a execução mais rápida das atividades. Não tinha segredo, jogada ensaiada. O empenho que fez a diferença, é mérito total deles. Do outro lado tinha um grande adversário”, ressaltou.

Larghi mudou o time e escalou o meio campo ofensivo com Róger Guedes, Erik, Otero e Ricardo Oliveira. Cazares foi para o banco.

“O grupo nos proporciona velocidade acentuada, jogadores rápidos pelos lados. Foi uma questão de respeito. Tínhamos que nos aplicar. A gente não sofrendo gols a chance de marcar era grande”, destacou.

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