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4 motivos para investir em LCA

4 motivos para investir em LCA

Um investimento que vem se tornando cada vez mais popular, principalmente entre os investidores menos experientes, são as Letras de Crédito do Agronegócio. Por serem cada vez mais acessíveis, despertam o interesse de quem é fã da renda fixa, mas busca maior rentabilidade do que o Tesouro Direto, por exemplo.

4 motivos para investir em LCA

 

Isso porque, no cenário econômico atual, existe uma grande demanda por títulos do ligados ao agronegócio: primeiramente, pela queda constante que a Selic vem mostrando, agora em 6,5%, o que torna os juros de crédito mais baixo e, segundo, porque esse crédito vem aquecendo o mercado rural, que teve alta de 32% no terceiro trimestre de 2018.

Por essa razão, as LCAs são uma das opções mais vantajosas que existem no mercado de renda fixa. Afinal, não há um investimento que seja indicado para todos os investidores, não é mesmo? Muito pelo contrário, cada aplicação é destinada para determinados perfis e para objetivos específicos de vida.

Mas, antes de tudo, como funcionam as Letras de Crédito do Agronegócio?

As LCAs, como pode ser visto anteriormente, são títulos emitidos por bancos para captar recursos destinados exclusivamente às atividades do agronegócio. É bastante semelhante com outros investimentos da renda fixa, cuja captação é feita por instituições financeiras privadas na tentativa de financiar projetos de terceiros.

Na prática, ao adquirir um título de LCA, o investidor empresta dinheiro ao banco, que o oferece a terceiros — nesse caso, em específico, para produtores rurais —, seja para financiar custeio, atividades de comercialização ou melhorias tecnológicas na produção. Então, no vencimento do título, esse valor é devolvido com o acréscimo de juros, o que dá a rentabilidade do investimento.

Além do prazo, a taxa de rendimento é definida no momento da compra de um título de LCA. Por isso, trata-se de uma aplicação de renda fixa, pois é possível calcular exatamente, ou ter uma ideia de quanto o dinheiro vai se multiplicar. No primeiro caso, a rentabilidade é definida por uma taxa fixa (prefixada), como 10% ao ano; no segundo, ela está atrelada a um índice (pós-fixada), como IPCA ou CDI — rende, por exemplo, 110% do CDI.

Por que investir nas Letras de Crédito do Agronegócio?

O investimento em LCA é bastante interessante para quem ainda está nos primeiros passos do mercado financeiro, ou mesmo para quem possui perfil conservador. No entanto, é uma opção também para perfis mais arrojados, pois é possível diversificar a carteira de ativos e evitar prejuízos grandes, naturais da renda variável.

De maneira geral, são investimentos rentáveis, que alinhados com o mercado, por acompanharem um dos benchmarks mais utilizados na renda fixa, o CDI. Além disso, para quem ainda não está convencido, existem outros motivos para começar a aplicar em LCA e trazer melhores rendimentos à carteira.

Isenção de Impostos

Normalmente, em outros títulos de renda fixa, são cobrados duas tributações principais: Imposto sobre Operações Fiscais, o IOF, e o Imposto de Renda. O primeiro, é cobrado somente se o resgate for feito antes de 30 dias; o segundo, no entanto, é cobrado de forma decrescente, caindo conforme o tempo da aplicação.

No caso das LCAs, não incidem o IOF nem o IR, justamente pelo agronegócio ser um setor de extrema importância para o país. Com o intuito de estimular esse mercado e mantê-lo sempre aquecido, o governo optou por isentar esse título de tributações para que investidores o adquiram mais.

Maior custo-benefício

Além da isenção dos impostos, que já torna as LCAs mais interessantes, essa aplicação não possui taxas de custódia ou de performance, mais comuns em gestão ativa, além de não ter taxa de administração, dependendo da corretora de valores escolhida.

Na prática, o lucro bruto é exatamente igual ao rendimento líquido, por não possuir nenhum desconto de taxas e tributações. Como resultado, faz com que sejam ainda mais rentáveis do que outros ativos da renda fixa, como o Tesouro Direto e o CDB.

Risco mínimo

Antes de tudo, é importante ressaltar que não existe investimento sem risco algum. Todos possuem mais ou menos risco, mas alguns podem ser facilmente mensuráveis e controlados — como a taxa de risco das Letras de Crédito Imobiliário.

O risco de liquidez (velocidade de transformar investimento em dinheiro), visto que são títulos para resgate apenas no vencimento, pode ser contornado ao vender as LCAs no mercado secundário; já o risco de crédito (o temido calote), pode ocorrer nas instituições menores, mas, ainda assim é bastante difícil, apesar de ser contornado pela FGC.

Fundo Garantidor de Crédito

Como dito anteriormente, o FGC é responsável por minimizar e até anular o risco de crédito. Isso porque é uma entidade criada especialmente para proteger pequenos investidores e, com isso, estimulá-los a aplicar no mercado financeiro, ainda que não tenham muita experiência.

O FGC é responsável pelo ressarcimento, em até R$250 mil por CPF e em cada instituição financeira, caso o banco declare falência. Por exemplo, se possuir R$ 600 mil, o ideal é aplicar R$200 mil, divididos em três bancos, para que não ultrapasse o limite do fundo. Na prática, significa então ter ainda mais segurança sobre os investimentos.

De todo modo, com essas características das Letras de Crédito, fica improvável não começar a investir! Por isso, o ideal é abrir uma conta em uma corretora de investimentos, realizar algumas simulações para encontrar seu título ideal e pronto, dar início aos investimentos.

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