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Câmara Municipal de Moc pede mais rigor quanto à fiscalização da poluição sonora e ambulantes no Centro

Câmara Municipal de Moc pede mais rigor quanto à fiscalização da poluição sonora e ambulantes no Centro

O natal é a melhor data para o comércio. E para chamar a atenção do cliente vale quase tudo, até montar um serviço de som na porta da loja, anunciando as promoções e convidando as pessoas para comprar. E não são só as lojas que estão buscando aumentar as vendas e os lucros. Os vendedores ambulantes estão espalhados pelo centro da cidade, com alimentos, flores e muitos outros produtos. 

Câmara Municipal de Moc pede mais rigor quanto à fiscalização da poluição sonora e ambulantes no Centro
Câmara Municipal de Moc pede mais rigor quanto à fiscalização da poluição sonora e ambulantes no Centro

 

O problema é quando a busca pelas vendas se torna um transtorno para quem circula no local. Essa situação foi levantada pelo vereador Edmílson Magalhães (PSDB). Que também falou sobre a quantidade de ambulantes, alguns chegam a atrapalhar a passagem dos pedestres.

“A disputa de som nas lojas do centro da cidade é uma coisa absurda. A população que passa não consegue entender nada e o barulho atrapalha também os lojistas que não fazem isso. É preciso que haja um braço forte. Uma fiscalização urgente por parte da Secretaria de Meio Ambiente e por parte também da Secretaria de Serviços Urbanos”, destacou Edmílson.

O que diz a Prefeitura 

O secretário de serviços urbanos, Vinícius Versiani de Paula, concordou que houve um aumento de ambulantes, principalmente no centro da cidade e informou que a fiscalização será reforçada.

“O aumento no número de ambulantes é um reflexo do desemprego. Muita gente aproveita a época de safra do pequi e outras frutas da estação para conseguir o sustento. Mas existem leis e elas devem ser respeitadas, por isso, vamos reformar a fiscalização”, destacou o secretário.

A Assessoria de Comunicação da Câmara também procurou o chefe de fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente, Gilmar José Caldeira, que informou que houve uma reunião para discutir o problema, que nesta época do ano aumenta bastante. Foram definidas estratégias para buscar a solução.

“Os fiscais da secretaria, com o apoio de 24 guardas do Grupo Tático Ambiental, farão visitas às lojas. Os donos receberão um comunicado sobre a legislação, permanecendo no erro serão notificados. Se insistirem no erro, receberão multas que variam de R$50,00 a R$5.000,00”.

Gilmar explicou que o som não pode ultrapassar os 70 decibéis e nem a caixa de som pode estar virada para a rua ou na rua. “São regras que devem ser cumpridas e vão ser cobradas”, finalizou.