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MG – Chega a 25 o número de mortes confirmadas por dengue em Minas Geraris

MG – Chega a 25 o número de mortes confirmadas por dengue em Minas Geraris

MG – Vinte e cinco pessoas morreram por dengue neste ano em Minas. O dado foi divulgado nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES). Ao mesmo tempo, outros 82 óbitos estão sob suspeita de terem sido causados pela doença. 

MG - Chega a 25 o número de mortes confirmadas por dengue em Minas Geraris
MG – Chega a 25 o número de mortes confirmadas por dengue em Minas Geraris

 

Segundo a SES, Minas está em alerta para o aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes. Até essa segunda (6), o Estado registrou 209.276 casos prováveis de dengue – ou seja, aqueles que unem os casos confirmados com os suspeitos.

As mortes já comprovadas aconteceram nos seguintes municípios:

9 – Betim, na Grande BH;
8 – Uberlândia, no Triângulo;
2 – Contagem, na Grande BH;
2 – Unaí, na Noroeste;
1 – Arcos, na Centro-Oeste;
1 – Frutal, no Triângulo;
1 – Ibirité, na Grande BH;
1 – Paracatu, na Noroeste.

A pasta ressalta que as 82 mortes em investigação para dengue foram notificados de janeiro a maio deste ano e, portanto, não são necessariamente óbitos recentes.

Febre Chikungunya e Zika

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 1.587 casos prováveis da doença em 2019. Até o momento, não houve registro de óbitos suspeitos da doença.

Já em relação à Zika, foram registrados 650 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

Estado de alerta

De acordo com a secretaria, um registro maior de casos é esperado para este período, em que os meses são quentes e chuvosos. Trata-se da sazonalidade da doença. Por essa razão, o Estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, Chikungunya e zika).

Ações de controle do Aedes

Para ajudar a controlar o Aedes, a SES informou que declarou Situação de Emergência em Saúde Pública nos municípios de abrangência das Macrorregiões de Saúde Centro, Noroeste, Norte, Oeste, Triângulo do Norte e Triângulo do Sul do Estado.

Com essa ação, tomada no último dia 23, será possível mobilizar recursos de forma mais ágil para enfrentamento do Aedes aegypti e estruturação de serviços de atendimento às pessoas infectadas pelo vírus causador da doença.

Outra medida foi a aprovação, em abril, de liberação de recurso financeiro de R$ 4,180 milhões para ações de enfrentamento da dengue nos 93 municípios com incidência alta ou muito alta da doença.

Também no mês passado, foi publicada resolução, no Diário Oficial do Estado, que aprovou recursos financeiros de R$ 4,2 milhões para ações de enfrentamento da dengue em 107 municípios com incidência alta ou muito alta da doença.

Entre as atividades que poderão ser realizadas nesse último caso, está a contratação de agentes de controle de endemias, capacitações para profissionais na assistência hospitalar, confecção e reprodução de material gráfico informativo, aquisição de material de apoio para ações de mobilização, além de mutirões de limpeza de áreas prioritárias.

Além disso, um incentivo financeiro complementar, criado por meio de resolução específica, será liberado a municípios com alta incidência a partir da divulgação quinzenal, até 30 de junho deste ano, dos boletins Epidemiológicos de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus.

Entre as demais medidas tomadas para diminuir o crescimento do número de casos no Estado está a realização de Força-Tarefa, composta por agentes da Saúde Estadual e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a 10 municípios com alta incidência de pessoas com dengue e alta infestação pelo mosquito.

A ação envolve diferentes áreas da pasta e conta com reforço dos agentes de controle de endemias municipais.

De acordo com a SES, os agentes de endemias visitarão as residências, comércios, instituições públicas e terrenos vagos para o recolhimento de objetos inservíveis, aplicação de larvicida onde for necessário e, o mais importante, orientar as pessoas, por meio do trabalho de educação em saúde, quais os pontos de atenção para os possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

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