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Norte de Minas – A cidade de Salinas é palco do Festival Mundial da Cachaça

Norte de Minas – A cidade de Salinas é palco do Festival Mundial da Cachaça

Norte de Minas – Já reconhecida como a cidade da cachaça artesanal mineira, Salinas no Norte de Minas, abriga cerca de 50 alambiques – 25 deles reconhecidos com o Selo de Indicação Geográfica do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Norte de Minas - A cidade de Salinas é palco do Festival Mundial da Cachaça
Norte de Minas – A cidade de Salinas é palco do Festival Mundial da Cachaça

 

Anualmente, o município sedia o Festival Mundial da Cachaça, que acontece desde 2002. De acordo com a Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (Apacs), o setor movimenta em torno de R$ 3 milhões na economia local anualmente.

Embalados pelas novas possibilidades com o acordo firmado na semana passada, os produtores locais realizam, na próxima semana, de 12 a 14 de julho, o Festival Mundial da Cachaça.

A estimativa é a de que o evento, que está na 18ª edição, movimente R$ 3 milhões. Serão montados 56 estandes que, além das tradicionais “branquinha” e “amarelinha”, vão oferecer as cachaças de sabores, como as de banana e de milho.

Salinas concentra mais de 50 marcas de cachaça, e cerca de 15 milhões de litros da bebida são produzidos anualmente no município. Em 2018, através de um projeto de lei da então deputada federal Raquel Muniz (PSD), o município conquistou o selo de Capital Nacional da Cachaça, reconhecendo a alta produção e qualidade do produto.

Segundo José Cleber Santiago, um dos organizadores do festival, a estimativa é a de que os três dias de evento deve alavancar R$ 3 milhões na economia local, além de divulgar as marcas da cidade norte-mineira para o mundo.

“Falta uma semana para o festival e não temos mais vagas disponíveis nos hotéis da cidade. Tivemos que hospedar os músicos em Taiobeiras, que fica perto de Salinas. Esse é o maior evento da cidade”, pontua Cleber, que produz a cachaça Havana.

Há 38 anos no ramo da produção de cachaça, Eilton Santiago está à frente do negócio da família, uma das mais conhecidas no país, a Canarinha.

“A cachaça é a maior economia de Salinas e das cidades próximas. É um legado de família que vai passando de geração em geração. Conseguimos manter uma produção de qualidade, em larga escala e com característica artesanal”, destaca Eilton.

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