FENICS 2019 - ACI

Inicio » Mais Seções » Saiba como evitar a parvovirose em cães

Saiba como evitar a parvovirose em cães

Saiba como evitar a parvovirose em cães

Você notou que as fezes do seu pet estão com sangue? Bom, é melhor tomar cuidado! Esse é um dos primeiros sinais de que seu pet pode estar por parvovirose, uma virose em cães que afeta, em grande parte, filhotes.

Saiba como evitar a parvovirose em cães

 

A parvovirose é uma complicação causada pelo vírus parvo, presente nas fezes e no vômito do pet. Quando em contato com o organismo do animal, pode causar problemas seríssimos, se não tratada com rapidez e da forma correta.

Para evitar que isso aconteça com o seu melhor amigo, vamos explicar quais são os outros sintomas dessa doença e o que você deve fazer para evitar que ela o afete! Confira!

Sintomas da parvovirose

Embora seja uma doença que afeta os filhotes com mais frequência, os cães com mais de 1 ano não estão imunes a parvovirose. Neste sentido, é sempre bom estar atento aos seguintes sintomas:

  • Sangue nas fezes;
  • Diarreia;
  • Vômitos;
  • Letargia;
  • Perda de peso repentina;
  • Palidez nas mucosas,

Vale lembrar, que a qualquer sinal de um desses sintomas isolados, um veterinário deve ser imediatamente consultado.

Como evitar a parvovirose

Como dissemos, o vírus parvo está presente nas fezes e no vômito dos cães. Neste sentido, fazer a higienização do local onde o pet defeca, é o primeiro passo para evitar que esse mal o afete.

Mas, infelizmente, o contato direto com as fezes não é a única forma de contrair parvovirose. O vírus também está presente no ar, sendo assim, pode contaminar o pet por vias respiratórias.

A limpeza do local pode ser feita com os produtos de limpeza básicos, como sabão em pó, detergente e desinfetante. Utilizar água sanitária e um antibactericida também é fundamental para garantir que isso não ocorra.

Uma das principais características do vírus parvo, é a sua resistência em ambientes e objetos. Por isso, se o seu pet chegou a contrair uma vez a doença, além da higienização do local, todos os acessórios deverão ser descartados.

Esse descarte não se aplica apenas a casinhas, caminhas, cobertores e almofadas. Comedouros e bebedouros também precisarão ser trocados, assim como os brinquedos que o seu amigão mais gosta.

Além disso, o contato de um pet com outro contaminado também pode ser contagioso, já que o vírus pode ser transmitido por meio da secreção oculonasal. Por isso, se na sua casa há mais de um pet, e um deles está com a doença, o ideal é isolá-lo.

Existe vacina contra a parvovirose?

Sim! A vacina é aplicada no pet quando ele ainda é filhote, no entanto, não é 100% eficaz. Apesar disso, a vacinação é extremamente necessária, para deixar o sistema imunológico do cão mais forte.

É recomendado aplicá-la antes que o pet complete 4 meses. Nos casos de adoção, dependendo da idade do cão, a ONG ou clínica ainda pode não ter oferecido a ele, por isso, sempre pergunte!

A vacina contra parvovirose também deve ser reforçada anualmente. Então, esteja com a carteirinha do seu campeão sempre em dia!

Meu pet contraiu parvovirose. O que devo fazer?

Antes mesmo do isolamento, é muito importante levar o pet ao veterinário. Isso porque, além da realização de um diagnóstico adequado, em clínicas e hospitais são oferecidos medicamentos e substâncias que cuidarão da desidratação, já que está é uma das principais consequências da doença.

É bem comum o pet sentir falta de apetite durante o tratamento. Porém, uma boa alimentação é fundamental para a recuperação. Mas, fique tranquilo! O veterinário recomendará a dieta ideal para o seu peludo.

E mais, não se desespere! Muitas pessoas acreditam que a parvovirose é uma doença sem cura, mas hoje, o cenário não é assim. Apesar da gravidade, essa complicação poderá sim, ser resolvida; mas, para isso, é necessário um diagnóstico precoce e um bom tratamento!

Realizando a higienização do local e a troca dos acessórios do seu amigão, ele poderá ficar bem e se divertir novamente com você! Mas lembre-se, todo cuidado é pouco, ainda mais quando falamos da saúde de quem tanto amamos!

Aviso: Nossos editores/colunistas estão expressando suas opiniões sobre o tema proposto e esperamos que as conversas nos comentários de artigos do JORNAL MONTES CLAROS sejam respeitosas e construtivas.Os espaços de comentários em nossos artigos são destinados a discussões, debates sobre o tema e críticas de ideias, não as pessoas por trás delas. Ataques pessoais não serão tolerados de maneira nenhuma e nos damos ao direito de ocultar/excluir qualquer comentário ofensivo, difamatório, preconceituoso, calunioso ou de alguma forma prejudicial a terceiros, assim como textos de caráter promocional e comentários anônimos (sem nome completo e/ou e-mail válido)



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *