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Coluna do Edson Andrade – Equilíbrio, respeito e justiça

Coluna do Edson Andrade – Equilíbrio, respeito e justiça

Desde os primórdios da história humana cuja coexistência entre os iguais  homo sapiens pressupunha alta complexidade, já era de se esperar atitudes próprias do behaviorismo  – estímulos e reações, na visão da Psicologia – que viriam a constituir-se como base da convivência e, consequentemente, possibilitar a perpetuação da vida em sociedade.

No que concerne à evolução dos tempos e dos modos comportamentais do ser submetido à convivência e coabitação, três substantivos fizeram-se imperativos para o resultado aldeia global. O canadense Herbert Marshall McLuhan teorizou  (A Galáxia de Gutenberg – 1962 e Os Meios de Comunicação como Extensão do Homem – 1964) que  “a ideia de que o avanço tecnológico tende a encurtar distâncias, recriando no planeta a situação social que ocorre em uma aldeia e que, através dos meios eletrônicos, as comunidades e as pessoas se conectariam em um modelo de mundo globalizado.” Os conceitos e a teoria permanecem atuais embora, em não raras ocasiões, o comportamento das raças “inteligentes” tenha regredido em qualidade e oportunidade.

Não é necessário apelar para a doutrinação filosófica e/ou religiosa para se conseguir o espectro do descumprimento do valor “equilíbrio” entre as incontáveis manifestações de tentativas de vida em sociedade. O indivíduo humano é desequilibrado pessoal e socialmente. Pessoal, porque não se equilibra nos melhores conceitos de razoabilidade; socialmente, a se considerar resultados das últimas décadas históricas, em que se envolveu em imbróglios vergonhosos de ambição, guerra e poder.

O valor “respeito” vem na esteira histérica das relações humanas. Tal conceito de valor substantivo integra-se a inúmeros mais do decálogo de Javé, entregue a Moisés (Êxodo, capítulo 20, versículos 1 a 17) com cuja empunhadura libertou Israel da escravidão submetida pelo Egito ao seu povo. Mas não é um imperativo e se perdeu, enquanto valor comportamental, ao longo do longo tempo. Hodiernamente, bastaria ao humano ser brandir o valor respeito em todas as instâncias, eventos e oportunidades para que obtivesse de volta o mesmo respeito e até – pasme-se!  – alguma prova de consideração.

Para todas as ocasiões, eis brandir o valor Justiça! E que sejam desarmados os espíritos malversadores dos melhores conceitos ou substantivos da necessária relação humana, em nome de sua eternização. Equilíbrio, Respeito e Justiça constituem o trinômio perfeito – ao nosso juízo – para a boa, velha e necessária relação entre os iguais, sobretudo porque, ao que nos parece, somos seres iguais aos nomeados irracionais e considerados inteligentes. Se o somos, tomemos como norte a sua imposição e consequências pelo bem das relações, pelo prazer da vida e pela gratidão à Natureza que nos dotou de sorriso, boa vontade e fé no instante seguinte ao suspiro existencial.

 

 

Edson Andrade
Edson Andrade

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