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Veja todos os cuidados necessários para evitar que seu cachorro sofra com infecções

Veja todos os cuidados necessários para evitar que seu cachorro sofra com infecções

Uma infecção mal tratada por ocasionar problemas funcionais severos, levando até mesmo à morte do animal. Por isso, atenção e cuidados são essenciais

Veja todos os cuidados necessários para evitar que seu cachorro sofra com infecções
Veja todos os cuidados necessários para evitar que seu cachorro sofra com infecções

 

A importância de um animal de estimação é imensa. Fiéis companheiros, grandes amigos e membros da família, só de pensar em ver seu bichinho doente ou com algum problema de saúde o coração aperta.

São inúmeras as infecções e doenças que podem afetar os pets. Uma infinidade de bactérias no ar, na água, no solo, nos nossos corpos e em outros animais podem causar diferentes e complexas enfermidades. Uma simples infecção no cachorro pode, por exemplo, impactar na rotina de todos os integrantes da casa.

Por diversas razões, é extremamente importante tomar certas precauções, para evitar contaminações. Assim, além de prevenir, você será capaz de identificar sintomas mais rapidamente, aumentando as chances de cura.

Prevenção acima de tudo

A prevenção de um problema sempre é a melhor alternativa, principalmente, se comparada às futuras consequências. Essa prioridade aumenta quando o assunto é saúde – seja a sua ou a do seu pet.

Felizmente, por meio do contínuo progresso de estudos e técnicas, cada vez mais, podemos contar com opções para prevenção a diversos problemas de saúde. Conhecê-las e aplicá-las é um grandioso passo para garantir o bem-estar dos animais.

Por isso, é sempre importante relembrar as melhores medidas preventivas que afetam nossos bichinhos:

Vacinação em dia

É fundamental checar regularmente com o médico veterinário as doses e vacinas que o animal precisa. Manter a carteira atualizada é dever e compromisso dos donos com seus bichos e, também, com a sociedade. 

Atenção aos sintomas

Apatia, tosse, espirros, vômitos e diarreia são indícios de contaminação. Mantenha o infectado longe de outros animais, e busque obter um diagnóstico preciso o mais rápido possível.

Higiene é essencial

Após o contato com um grupo de cachorros é necessário lavar as mãos e os braços. A limpeza é fundamental para a sua saúde e a do seu companheiro – por isso, mantenha as vasilhas de água e ração sempre limpas, evitando roedores e insetos transmissores de doenças; os banhos e escovações também devem ser frequentes, auxiliando na manutenção do bem-estar.

Evite lugares superlotados

Baseados em uma revisão de 400 estudos, veterinários da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos criaram um manual de orientações. Nele, uma dica muito importante: lugares que ficam abarrotados de cachorros (como convenções e reuniões) fazem subir o risco de transmissão de doenças – podendo incitar mais de 40 tipos diferentes de enfermidades, ameaçando a saúde do animal e do dono.

Infecções bacterianas

As bactérias são organismos vivos que podem habitar tecidos animais e se multiplicam em grande velocidade. Embora existam algumas que pertençam à flora “natural”, benéficas para o organismo, outros tipos de bactérias podem causar infecções e moléstias – sendo até mesmo fatais.

As infecções podem atingir: pele, olhos, ouvidos, urina, rins, sangue, sistema gastrointestinal, sistema respiratório e sistema nervoso, ficando evidente por meio de sintomas perceptíveis.

As indicações de contaminação ocorrem de acordo com a parte afetada: secreções, pústulas, feridas, vermelhidão, coceira e falhas no pelo indicam problemas com a pele.

Urina escura, presença de sangue, dificuldades para urinar e incontinência revelam um sistema urinário afetado.

Excesso de cera, coceira e secreção nos condutos auditivos são sintomas de um mal funcionamento dos ouvidos.

Vômito, diarréia, sangue nas fezes e mau cheiro na boca são características de um sistema digestivo afetado.

Secreção nasal, tosse, espirro e dificuldade para respirar são específicos do sistema respiratório.

Convulsão e dificuldade locomotora caracterizam mal funcionamento do sistema nervoso. Nesse caso, o diagnóstico, assim como o acompanhamento, deve ser feito pelo veterinário de maneira imediata.

Tratamento

Qualquer infecção, da mais simples à mais complexa, deve ser tratada e controlada. Infecções não controladas são capazes de se disseminar pelo organismo, ocasionando disfunções e até mesmo a morte do animal.

O principal combate é realizado por meio de antibióticos (substâncias que impedem a multiplicação de bactérias e as eliminam). O maior desafio é a resistência bacteriana ao antibiótico.

Não sendo afetadas pelo medicamento, os microorganismos darão continuidade à infecção, mesmo que o antibiótico continue a ser administrado.

Por isso, é importante que o dono do animal siga a prescrição médica, mesmo quando há uma melhora no meio do tratamento. Se as doses forem interrompidos antes do prazo determinado, as bactérias parcialmente resistentes continuarão a se multiplicar, concebendo organismos de resistência aumentada.

Somente o veterinário pode indicar o encerramento do tratamento. Com base em exames laboratoriais, o profissional analisará as circunstâncias da infecção, indicando quais métodos e procedimentos devem ser realizados.

Medicina preventiva

Compreendido os fatos apontados, fica fácil perceber a importância de identificar qualquer tipo de infecção, para que ela seja tratada e acompanhada pelo médico veterinário. Assim, a escolha mais apropriada de antibiótico será realizada pelo período de tempo adequado, complementando-se por exames de cultura e antibiograma, entre outros.

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