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Estudo mostra potenciais riscos da maconha para a saúde do coração

Estudo mostra potenciais riscos da maconha para a saúde do coração

Uma pesquisa realizada pela Associação Americana de Cardiologia, a AAC, mostrou que o uso da maconha pode causar efeitos negativos no coração, principalmente no caso de pessoas que já demonstravam algum tipo de problema cardiovascular. Além disso, foi constatado que a maconha também pode ter más interações com alguns tipos de medicamentos.

 

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A pesquisa se mostrou pertinente devido ao alto número de pessoas com problemas no coração que fumam maconha nos Estados Unidos, algumas de forma terapêutica e outras de maneira recreativa. A estimativa é que mais de dois milhões destes pacientes utilizem a erva. De acordo com os pesquisadores, as evidências ainda não são tão claras, mas são suficientes para recomendar cautela na utilização da maconha.

Parte desses riscos acontece por conta da arritmia cardíaca que a maconha pode causar no corpo humano. Os pesquisadores acreditam que isso acontece por conta do estímulo que a erva causa no sistema nervoso adrenérgico, que controla o coração e os vasos sanguíneos.

Em relação aos remédios, foram constatadas algumas reações negativas. Medicamentos para controle do colesterol, por exemplo, quando usados juntamente com a maconha, podem ter seus níveis aumentados na circulação, elevando o risco de sintomas perigosos. Além disso, também foram observados efeitos adversos conjuntos com os anticoagulantes e com os remédios para hipertensão.

Outro estudo, realizado na França, em 2014, também apontou possíveis efeitos negativos da maconha no coração. Foram analisados 2 mil pacientes com problemas relacionados ao uso da erva, e 35 deles foram constatados com casos graves de complicações cardiovasculares. E os efeitos podem ser até letais: um quarto desses pacientes faleceu por conta dos problemas.

Os pesquisadores franceses foram além e recomendaram muito cuidado também com o uso medicinal da cannabis, cuja regulamentação, recentemente, tem sido tema de diversas discussões e propostas no Brasil, lideradas pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Por outro lado, a pesquisa recente da Associação Americana de Cardiologia, também apontou possíveis efeitos positivos no uso da maconha. Analisando estudos passados, os pesquisadores observaram indícios de que a erva tem um efeito que protege o organismo contra o ganho de peso e suas alterações no corpo.

Além da questão do peso, a maconha também pode ser uma arma para prevenir a diabetes, tendo em vista que alguns estudos mostraram que o THC, uma das substâncias presentes na erva, pode diminuir o nível de glicose do corpo em jejum, ocasionando taxas menores de glicemia, responsável pela doença.

De acordo com Anabel Rodriguez, editora do portal SAUDAVELEFORTE, a maioria dos estudos apresentou, até o momento, apenas indícios, mas no futuro teremos mais noção dos reais efeitos positivos e negativos das substâncias em nosso corpo, fortalecendo o debate em relação à regulamentação do uso medicinal da maconha.

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