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Mesmo em crise financeira, Corinthians não vai cortar salário

Mesmo em crise financeira, Corinthians não vai cortar salário

Discussão sobre redução do ordenado ocorre no mundo todo, diante da pandemia do coronavírus

Mesmo em crise financeira, Corinthians não vai cortar salário - Credito Jordan Rowland on Unsplash
Mesmo em crise financeira, Corinthians não vai cortar salário – Credito Jordan Rowland on Unsplash

 

O futebol está paralisado no mundo todo. As grandes ligas não têm jogos programados pelo próximo mês, no cenário mais otimista. Tudo isso por causa da pandemia causada pelo novo coronavírus. Até mesmo as apostas esportivas, em sites como apostasesportivasbonus.com, procuram formas para viabilizar alguma alternativa aos apostadores.

Sem jogos, o dinheiro também está diminuindo no caixa dos clubes. Na Europa, times como Barcelona, Borussia Dortmund e Bayern de Munique já entrou em acordo com os atletas para a redução de salário. Na Inglaterra, a Premier League também costura um acordo para diminuir os vencimentos dos jogadores.

Aqui no Brasil, o tema também foi debatido entre clubes e jogadores. A resistência à medida, no entanto, tem sido muito grande, especialmente nos atletas que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro. De maneira geral, as discussões estão ocorrendo de maneira individualizada.

No Corinthians, por exemplo, a diretoria já decidiu que não vai cortar os salários dos jogadores neste momento. Para usar essa estratégia, o clube decidiu antecipar em 40% sua cota de televisão referente aos direitos de transmissão pagos pela TV Globo, detentora do monopólio.

A alternativa é vista por muito como arriscada. Onze patrocinadores do Corinthians suspenderam pagamentos diante do cenário de crise que se avizinha não só no mundo do futebol, mas na economia mundial.

No que diz respeito ao esporte, competições como Eurocopa e a Copa América já foram adiadas para o ano que vem. O Campeonato Paulista pode ser cancelado e a Taça Libertadores está paralisada. Ainda há dúvidas sobre como vai transcorrer o Campeonato Brasileiro, já que a competição deveria começar entre os meses de abril e maio, quando a pandemia estará no seu auge no Brasil, segundo infectologistas.

O atacante do TImão, Mauro Boselli, afirmou que o momento de caos exige união de todos. O atleta concedeu entrevista à Fox Sports do México. “Eu creio que nesses momentos temos que nos apoiar um nos outros. Obviamente que cada clube, cada entidade toma sua determinação, tanto no México quanto no Brasil, e isso tem que ser apoiado”, comentou em entrevista ao jornalista Rubén Rodríguez.

“Obviamente que cada equipe tem a sua forma de manejar a coisa, aqui (no Brasil) estão manejando de uma forma geral, até com a CBF. Como profissional eu tento sempre ser o mais justo possível e pensar na gente que não tem o salário tão grande, e que se não receber o salário terá dificuldade adiante”, completou.

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