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MG – Com a pandemia estabilizada, Estado de Minas Gerais alerta para risco de segunda onda de casos de Covid

MG – Com a pandemia estabilizada, Estado de Minas Gerais alerta para risco de segunda onda de casos de Covid

MG – A pandemia de Covid-19 alcançou estabilização com viés de queda no número de óbitos causados pela doença em Minas Gerais. Apesar do quadro, o Estado alertou a população, nesta quarta-feira (23), sobre o risco de uma segunda onda de casos da enfermidade.

MG - Com a pandemia estabilizada, Estado de Minas Gerais alerta para risco de segunda onda de casos de Covid
MG – Com a pandemia estabilizada, Estado de Minas Gerais alerta para risco de segunda onda de casos de Covid

 

De acordo com João Pinho, chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), os dados de mortes por data em que ocorreram têm mostrado esse novo momento da epidemia em Minas.

“A gente vive um momento diferenciado do que a gente já viveu no passado. Tivemos o início, de crescimento, a estabilização e agora estamos nesse momento de estabilização com viés de descida, de diminuição de casos e óbitos”, afirmou.

Nesta quarta, o Estado confirmou 133 óbitos em 24 horas. Segundo o gestor, índice alto não afeta o cenário, pois ele retrata óbitos que ocorreram até 20 dias atrás e que só foram registrados nesta data devido a represamentos do sistema.

Conforme os dados, a semana em que Minas alcançou o ápice da pandemia foi entre os dias 19 e 25 de julho, com 551 óbitos por dia.

Alerta para segunda onda

O cenário de estabilização com tendência a queda, no entanto, não pode ser visto como uma liberação para o retorno do comportamento pré-pandemia. De acordo com Pinho, a possibilidade de uma segunda onda de crescimento de casos “sempre vai ser real”.

Caso ela ocorra, devido a relaxamentos que podem acontecer em algum momento, o gestor alerta que é necessário que a nova onda seja inferior ao ápice registrado até o momento para que a rede hospitalar esteja adequada para atender a um cenário de aumento de casos.

“Continuem se cuidando. Cada vez mais a gente vê que essa é uma doença de cunho mais individual nesse sentido. A gente que tem que se cuidar, cuidar da nossa família, do nosso ambiente de trabalho. As regras estão colocadas, mas se não forem seguidas pelo cidadão, não vai haver regra suficiente para conter o avanço da doença”, disse.

Pinho finalizou pedindo às pessoas que procurem a rede de saúde em caso de surgimento de uma situação fora do normal para não haver risco de uma evolução da doença.

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