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Como faço para trabalhar no Tribunal de Justiça do RS?

O TJRS está com vagas abertas para os cargos de nível médio e superior; confira os detalhes do concurso e saiba como trabalhar no órgão

A divulgação dos editais de concursos atraem a atenção de pessoas interessadas em ocupar cargos públicos. Recentemente foi divulgado o concurso TJRS com vagas para nível médio e superior.

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul terá provas objetivas aplicadas na cidade de Porto Alegre (RS) e é uma excelente oportunidade para quem busca a segurança e a estabilidade de um cargo público.

O que é e como funciona o Tribunal de Justiça do RS?

Por se tratar de um órgão estadual, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul tem como principal função julgar todos os processos que não estão enquadrados na competência da justiça especializada (Trabalho, Federal, Eleitoral e Militar).

Assim, atua no julgamento de ações cíveis, crimes comuns, falências, ações na área de família, infância e juventude, recuperações judiciais, execuções fiscais municipais e estaduais, entre outros.

Como trabalhar no TJRS?

Para trabalhar no TJRS é necessário prestar concurso público. Os certames oferecidos são para diferentes vagas, tanto para nível médio quanto para nível superior.

O concurso em andamento oferece vaga de nível médio para o cargo de técnico de informática e de nível superior para engenheiro civil.

Quais são os requisitos para trabalhar no TJRS?

De forma geral, as condições exigidas para participar do concurso público e trabalhar no TJRS (em caso de aprovação), são:

a) ser brasileiro nato ou naturalizado. Se for o candidato for estrangeiro, deve atender ao disposto na Lei Complementar nº 13.763/2011;

b) ter alcançado a maioridade civil;

c) em caso de candidato inscrito na condição de pessoa com deficiência, atender às exigências da Lei Estadual nº 13.320/2009, ao estabelecido no Decreto Estadual nº 44.300/2006 e ao disposto no edital;

d) em caso de candidato inscrito para vaga reservada a pessoas negras, atender às exigências da Lei Estadual nº 15.633/2021, à determinação da Resolução nº 203, de 23/06/2015, do CNJ, e às disposições do edital;

e) ter a escolaridade exigida para o cargo e a respectiva habilitação funcional, conforme exigências específicas. Neste caso são:

  • Analista Judiciário, cargo de Engenharia Civil: conclusão do curso de graduação, com diploma devidamente registrado, em Engenharia Civil reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Registro legal junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) para o exercício da profissão.
  • Técnico em Informática: diploma ou certificado de conclusão do nível médio ou equivalente. Comprovação de realização de curso de aperfeiçoamento na área de informática com no mínimo 80 horas e experiência comprovada de no mínimo um (1) ano em serviços relacionados às funções do cargo.

As comprovações de escolaridade são feitas com a apresentação de cópia do diploma do curso de graduação, no caso do nível superior, e cópia do certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente, no caso de vagas de nível médio.

Qual é a remuneração de um servidor do TJRS?

As remunerações variam de acordo com o cargo ocupado. No certame aberto o edital informa que o vencimento bruto inicial vigente em julho de 2021 é de R$ 4.712,55 para o cargo de técnico de informática e R$ 7.352,93 para o cargo de engenheiro civil.

Este é o salário bruto inicial para os cargos informados. Entretanto, vagas como a de magistrado, por exemplo, têm remuneração mais alta do que as mencionadas.

O que você precisa saber para ser aprovado em um concurso público?

Quem deseja participar de um concurso público deve se preparar com antecedência. Além de ler o edital com atenção e se atentar aos requisitos e prazos, é fundamental se preparar estudando todos os conteúdos que serão abordados nas provas.

Adquirir apostilas específicas e realizar cursos preparatórios direcionados para o concurso do qual deseja participar são algumas práticas que podem fazer toda a diferença para a aprovação.

No caso do TJRS, mesmo para os cargos que não exigem conhecimento específico em legislação, esse pode ser um diferencial para aumentar a pontuação e ajudar no ranqueamento final.