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Rio de Janeiro – Vítima de estupro coletivo vai para programa de proteção a ameaçados de morte

Rio de Janeiro – Vítima de estupro coletivo vai para programa de proteção a ameaçados de morte

A adolescente de 16 anos, vítima de um estupro coletivo no Rio de Janeiro, entrou neste domingo (29/05/2016) para a guarda do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte.

Aos 16 anos, mãe de um menino de 3, a jovem disse que o que mais a incomoda neste momento é o preconceito
Aos 16 anos, mãe de um menino de 3, a jovem disse que o que mais a incomoda neste momento é o preconceito

 

A jovem e sua família já deixaram a casa onde vivem, na zona oeste do Rio, medida que faz parte do programa. O lugar onde ela passará a viver ficará sob sigilo.

A família dispensou a advogada que cuidava do caso, Eloisa Samy. Sua defesa passará a ser feita pela Defensoria Pública.

A menor foi estuprada na madrugada do dia 21 no complexo de favelas São José Operário, zona oeste do Rio.

O caso só se tornou público após jovens postarem fotos e vídeos da menor nua e desacordada.

Segundo depoimento da vítima, ela encontrou num baile funk da comunidade um rapaz de 19 anos com quem estava “ficando”.

A jovem disse que foi parar numa casa com o rapaz e, a partir daí, só se lembra de ter acordado pela manhã em outra casa. De acordo com a menor, ela estava dopada, nua e sendo observada por 33 homens.

Até agora, nenhum suspeito foi preso.

Nova investigação

O Ministério Público Federal vai entrar na investigação do caso por entender que ele envolve gravação e distribuição de pornografia infantil na internet, que é um crime federal.

O procurador Daniel Prazeres, do Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos da Procuradoria do Rio, vai pedir cópias do inquérito à delegada Cristiana Bento, titular da DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima), que assumiu o caso neste domingo (29).

“Não vi o vídeo, mas entendo que houve divulgação de pornografia da adolescente na internet. Há nele exposição e nudez”, diz Prazeres.

Em março de 2004, o Brasil decretou que seguiria o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil, adotado pela ONU em 2000.

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