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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Francês caga de medo e perde a prova

Sexta-feira (19) era para ser um dia de glória para o atleta francês Yohann Diniz, de 38 anos: pois entrava como favorito na marcha atlética de 50 km, mantinha o recorde mundial da modalidade e liderava a prova no Rio de Janeiro. O corredor, de 38 anos, estava mais de 1 minuto à frente do segundo colocado, mas quando olhou para trás e viu que o adversário era o Montes Clarense “Manoel Casca de Cobra” sensação do esporte no Bairro Santos Reis teve uma forte dor de barriga e literalmente se borrou todo, sujando as pernas e o calção. Diniz não pensou em desistir apenas rezava a todos os Santos que contivessem o “Casca de Cobra” que já respirava no seu pescoço. Quatro anos atrás, na Olimpíada de Londres, ele foi desclassificado por usar um fio dental vermelho em lugar da cueca sob o calção branco, segundo ele era uma homenagem que fazia a um colega que havia saído do armário, mas a pedido do então Papa Bento XVI ele foi desclassificado e excomungado. O pódio no Rio de Janeiro era uma questão de honra, que acabou sendo marcada por uma fatalidade de bosta. O atleta continuou a correr na manhã desta sexta mesmo com o Montes Clarense fazendo piadas e pinçando o nariz por causa do cheiro, enquanto o Sol aumentava a temperatura da prova: a competição começou marcando 21 graus Celsius, mas subiu para 30 graus com a evolução da marcha atlética. Faltando pouco menos de 20 km para acabar a prova, Diniz parou por cerca de 1 minuto para se limpar, mas 10 minutos depois ele desmaiou e perdeu mais colocações, segundo o Psicólogo Euder Cambronha, o emocional do atleta estava abaladissimo. Ele ainda conseguiu se recuperar, limpar a sujeira com uma foto de Michel Temer e finalizar a prova, chegando na 8ª colocação. O ouro ficou nas mãos do Montes Clarense que dará entrevista numa radio da cidade qualquer dia desse ai.

Olha o Castigo Irmão

Tragédias normalmente entristecem todo mundo, mas é impossível não dar um sorriso de ironia quando alguma “providência divina” acontece. Saca só o que aconteceu no estado da São Paulo: fortes chuvas inundaram a casa do pastor Toninho  Peixe , que pregava em plena praça da Sé para que Deus enviasse desastres naturais para alagar as casas de todos os  homossexuais. Peixe como é conhecido Coordena um grupo cristão preconceituoso  no estado e revela que ele e sua família tiveram que ser resgatados em um canoa, devido às “proporções bíblicas” do “dilúvio” que atingiu a sua casa, segundo suas próprias palavras. Essa foi a maior enchente da história daquela cidade, o mais estranho é que de todas as casas apenas a do Pastor ficou naquele estado.

Riso da Hora

O bêbado  entrou no bar pela decima vez no dia e pediu uma cachaça. O dono, português, já não agüentando mais, porem não podendo perder a freguesia, pegou o primeiro copo que viu (sujo, certamente) e foi servir a bebida. Assim que começou a despejar a caninha, percebeu que no copo tinha uma barata. Não se importou e mandou ver (talvez o tonto desse sossego pra ele depois desta). O sujeito pegou o copo e tomou a bebida de uma vez. Quando ainda estava descendo pela goela, percebeu alguma coisa diferente na boca. Deu uma parada, uma mordida, sentiu o gostinho meio amargo e engoliu tudo de vez. Depois que fez a cara feia, virou pro português e gritou: – Bota outra aih!… E capricha na ameixa, viu !

Fica assim, amanhã tem mais…

Por Hesiodo José

Hesiodo José
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