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Pesquisadora cria adesivo para identificar se o frango está adequado para o consumo

Pesquisadora cria adesivo para identificar se o frango está adequado para o consumo

Uma pesquisadora da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) desenvolveu um adesivo que, em contato com a carne de frango, é capaz de identificar se ela está própria ou imprópria para o consumo de acordo com o frescor do alimento. Em caso positivo, a “carinha feliz” impressa nele fica em evidência. Em caso negativo, é a carinha triste que muda de cor.

Pesquisadora cria adesivo para identificar se o frango está adequado para o consumo
Pesquisadora cria adesivo para identificar se o frango está adequado para o consumo

 

Marcela Rocha Franco, cientista de alimento responsável pelo adesivo, explica que o objetivo da SaferTag, como foi batizado o adesivo, é contribuir com a segurança alimentar da população brasileira, a partir do controle de qualidade da carne consumida diariamente.

Segundo ela, a pretensão da equipe é desenvolver o adesivo em escala industrial para atender ao maior número de pessoas possível. “Hoje, temos o produto apenas em escala laboratorial, inicialmente aplicado a carnes de aves. Estamos procurando um parceiro para validar a tecnologia desenvolvida e testá-la em escala industrial para, futuramente, utilizarmos em outras classes de alimentos”, acrescenta.

De acordo com a Ufop, a etiqueta possui baixo custo, é inovadora e de alta reprodutibilidade, pois foi desenvolvida por meio da utilização de técnicas de impressão na área de eletrônica orgânica, a partir da utilização de materiais atóxicos, que podem estar em contato com o alimento, de acordo com parâmetros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A intenção é monitorar a qualidade da carne durante todo o processo de distribuição, da indústria ao consumidor, etapa que merece atenção especial, fase onde pode ocorrer o rompimento da cadeia do frio, ou seja, alterações na temperatura, as quais geram condições favoráveis para o comprometimento da qualidade deste grupo de alimentos, esclarece.

Pesquisa 

O projeto teve início em abril de 2014, a partir do trabalho de conclusão de curso de Marcella Rocha Franco, que deu continuidade à pesquisa, aprimorando a tecnologia na dissertação de mestrado do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Materiais, também da Ufop.  No mesmo ano, o trabalho foi premiado no XXIV Congresso de Ciência e Tecnologia de Alimentos, ficando entre os dez finalistas do Programa de Incentivo à Inovação.

O SaferTag é uma das tecnologias disponíveis na StartUp As31 do Centro de Referência em Incubação de Empresas e Projetos de Ouro Preto. Participou também de programas de aceleração e de empreendedorismo como o 100 Open Startusp, Biostartup Lab, Inovativa Brasil. E integra o programa de aceleração de startups Fiemg Lab.

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