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Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Coluna do Hesiodo José – Fragmentos Diários (aumento e também invento)

Inutilidades Públicas

A festa foi em um grande clube de Montes Claros – capital do Norte de Minas há 430 km de Belo Horizonte. Espalhadas  pelo gramando imenso estavam mesas ornamentadas com orquídeas, bebidas finas e umas cadeiras harmonicamente organizadas para uma platéia de os melhores funcionários do ano de uma revendedora de carros. Eltinho Catenga, ou Elton cabeção vai ser sempre a mesma pessoa, sua função ali era limpar a piscina e depois desocupar o espaço, mas o amor pela bebida o dera credencial para ficar um pouco mais. Passou pelo vinho, misturou vodca, foi na cachaça e por ultimo estava com uma taça de chope, ao ouvir as palmas no local das homenagens, entrou cambaleante e assentou-se no primeiro lugar vago, era festa de confraternização ninguém estava interessado em preocupar-se com aquele individuo, e Elton estava animado, batendo palma, assoviando com dois dedos metidos na boca e gritando ao garçom que o servisse. Todos  que se levantavam para ir até a frente tinha direito a palmas e “urras”, inclusive o infeliz quando levantou-se para usar o banheiro, alguém o confundindo com um operário a ser premiado puxou as palmas e outras vieram. Elton levantou os braços e entrou no banheiro, sorridente sem saber porquê era aplaudido, foi arrastado por dois seguranças que lhe puxaram pelos colarinhos jogando-o do outro lado da rua. Quando outro bêbado que flertava o portão em busca de um gole ironizou, — A festa começou agora e você já tomou um cacete? Elton, com o olho vesgo na cor de tomate maduro não deixou barato. — Inveja desses caras, eu até para mijar tava sendo aplaudido, Mas daqui a pouco eu volto lá!

Fracassou

Escorpiona  Negra (a heroína fracassada de Burarama)

Esta personagem surgiu primeiro em dois longas-metragens feitos para a TV de Capitão Enéas  com produção de Roger Aparecido de Jesus, especialista em filmes B. Naquela região, Escorpiona  Negra  era uma policial durante o dia e, à noite, usava sua outra identidade de Escorpiona  Negra  para caçar a bandidada.Os filmes são de 1985 e 1987, já a série é de 2000. Durou uma mísera temporada.  Nos longas, a heroína é interpretada por Joana de Fatima Pereira. Na série, que durou 12 episódios, a atriz principal é Maria Rosa. As histórias fracas e a pouca grana para a produção dos episódios acabou tirando qualquer possibilidade do seriado se transformar num sucesso.

Riso da Hora

Fica assim, amanhã tem mais…

Hesiodo José
Hesiodo José

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