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Intimidade do mundo está exposta: 1,5 bi de arquivos são visíveis

Intimidade do mundo está exposta: 1,5 bi de arquivos são visíveis

Ao menos 1,5 bilhão de arquivos sensíveis – de comprovantes de pagamento até exames médicos, passando por solicitações de patentes – estão visíveis na internet aberta, alertaram pesquisadores de segurança norte-americanos nesta semana. Especialistas da empresa de segurança cibernética Digital Shadows asseguraram que uma ferramenta de varredura utilizada nos primeiros três meses de 2018 encontrou montanhas de dados privados de pessoas e empresas do mundo todo online.

Invisíveis, mas expostos. Datacenters no mundo todo armazenam dados sensíveis que deveriam ser confidenciais, mas são facilmente encontrados
Invisíveis, mas expostos. Datacenters no mundo todo armazenam dados sensíveis que deveriam ser confidenciais, mas são facilmente encontrados

 

“Esses são arquivos que estão disponíveis gratuitamente” para qualquer pessoa com um conhecimento técnico mínimo, disse à AFP Rick Holland, vice-presidente da Digital Shadows. Os dados não protegidos chegavam a 12 Petabytes, 4.000 vezes mais que a quantidade do escândalo “Panama Papers”, que expôs a corrupção potencial em diferentes níveis em dezenas de países.

Holland indicou que sua equipe escaneou a web e encontrou arquivos não seguros, acrescentando que a disponibilidade de dados abertos abre riscos ao expô-los a hackers, Estados ou companhia rivais que podem se apropriar deles. “Faz com que o trabalhos dos hackers seja muito mais fácil. Encurta a fase de reconhecimento”, disse Holland.

Uma quantidade significativa dos dados que ficaram expostos provinha de arquivos de folhas de pagamento e devolução de impostos, que representavam 700 mil e 60 mil arquivos, respectivamente, segundo a Digital Shadows.

Além de importantes dados econômicos corporativos, também se constatou que os arquivos médicos e as listas também estavam mal protegidos, com aproximadamente 2,2 milhões de exames corporais disponíveis para visualização.

“Enquanto as organizações podem considerar a informação privilegiada, as intrusões de rede e as campanhas de ‘phishing’ como fontes de espionagem, essas descobertas demonstram que já existe uma grande quantidade de dados sensíveis disponíveis publicamente”, conclui o relatório.

Aplicativos de saúde falham na proteção

RIO DE JANEIRO. Os aplicativos de intermediação para marcação de consultas médicas já somam mais de 250 mil downloads no Brasil. Cada dia mais populares, essas plataformas, no entanto, não oferecem informação adequada, nem garantem a segurança dos dados de seus usuários. Essa é a conclusão de uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Para a análise, foram selecionados os seis apps com maior popularidade do segmento. Todos foram avaliados em três aspectos fundamentais: direito à informação e transparência sobre uso dos dados pessoais; regime de responsabilidade civil; e padrões de segurança da informação utilizada para proteção de informações cadastrais, financeiras e médicas. “Uma coisa que nos chamou a atenção é que não há explicação clara sobre a proteção e a destinação de informações cadastrais, financeiras e dados éticos”, disse Rafael Zanatta, pesquisador em telecomunicações do Idec.

Dados do MyFitnessPal vazam

Dados de mais de 150 milhões de usuários do aplicativo de dieta e exercícios MyFitnessPal vazaram em fevereiro, segundo a empresa Under Armour, responsável pelo app. Os dados pessoais que vazaram incluem nomes de usuário, e-mails e senhas de acesso ao serviço.

Segundo a empresa, números de documentos de identificação, de carteiras de motorista e de cartão de crédito não foram comprometidos. Trata-se do maior vazamento de dados de 2018 e o quinto maior da história em número de usuários afetados, segundo a SecurityScorecard. (Da redação)

Flash

Mea culpa. Facebook admitiu que dados de 443,1 mil usuários brasileiros “podem ter sido compartilhados indevidamente” com a consultoria Cambridge Analytica, que os usou para influenciar a opinião pública em eventos como a eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016. O Brasil é um dos dez principais territórios que foram afetados pela questão.

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