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Coluna Meio Ambiente em Foco de Victor Aragão – O forte avanço das técnicas de geoprocessamento

Coluna Meio Ambiente em Foco de Victor Aragão – O forte avanço das técnicas de geoprocessamento

Sim… O mundo está cada vez mais monitorado, seja por imagens de satélites, aviões e agora também pelos drones. Não é novidade para ninguém que o acesso às informações geográficas está cada vez mais facilitado, e diante disso, para pesquisadores e para a comunidade científica, só existem benefícios, mas a sociedade de um modo geral se divide, entre benefícios e malefícios.

Imagem: CODEMGE, 2019.
Imagem: CODEMGE, 2019.

 

Para quem ainda tem dúvidas, Caroline Faria define o geoprocessamento como: “[…] o tratamento das informações geográficas, ou de dados georreferenciados, por meio de softwares específicos e cálculos. Ou, ainda, o conjunto de técnicas relacionadas ao tratamento da informação espacial”. Basicamente, através de uma série de fotografias, com um programa de computador, evidencia-se um mosaico, onde todos os elementos da paisagem são expostos em apenas uma única imagem, podendo-se utilizar a técnica de fotogrametria ou fotointerpretação.

Sabe-se atualmente que os primeiros Sistemas de Informação Geográfica nasceram no Canadá na década de 60, mas só nos anos 80 que chegaram ao Brasil por meio de programa governamental a fim de desenvolver um inventário dos recursos naturais do país. Com a chegada ao Rio de Janeiro em 1982 de Roger Tomlinson, pesquisador e criador do Canadian Geographical Information System, inúmeros pesquisadores brasileiros se despertaram para a nova área que estava surgindo.

Quase 40 anos depois da chegada do geoprocessamento no Brasil, de fato ainda é possível notar uma dificuldade quanto à leitura de dados da paisagem, contudo, verifica-se, de forma notável, o forte avanço dessas técnicas, nas quais têm conquistado a cada ano, novos pesquisadores e as diversas áreas do conhecimento.

Por outro lado, a sociedade como um todo teme tal desenvolvimento, que a cada ano tem trazido informações mais precisas e completas quanto ao espaço geográfico. E neste meio tempo, os drones chegaram e conquistaram até quem não ganha a vida trabalhando com o geoprocessamento, e sabe-se lá até onde isto vai parar.

Fato é que, como tudo na vida, há pontos positivos e negativos, e deve ser bem lembrado que, à medida que há uma crescente do geoprocessamento, novos limites e legislações também vão sendo criados a fim de se estabelecer um padrão aceitável. É preciso reconhecer, o avanço das técnicas de geoprocessamento precisa continuar. A sociedade precisa, e muito mais a comunidade científica de pesquisadores, principalmente no que diz respeito ao monitoramento e preservação do meio ambiente.

 

Victor Aragão
Victor Aragão

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