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Coluna Meio Ambiente em Foco de Victor Aragão – A recuperação de áreas degradadas

Coluna Meio Ambiente em Foco de Victor Aragão – A recuperação de áreas degradadas

Sim… a maior ameaça à diversidade biológica é, sem dúvidas, a perda do habitat, e medidas de natureza conservacionista recomendam a recuperação de comunidades vegetais como uma das maneiras de alavancar o sucesso e aumento da capacidade de  suporte do ambiente.

Na maioria das situações que envolvem degradações ambientais, esse problema é evidenciado quando ocorre a perda de vegetação, contudo, os processos que referenciam degradações são em sua maioria, complexos, envolvendo uma relação entre os meios biótico e abiótico, muito além das coberturas vegetais.

Um ambiente degradado pode ser definido como uma área sem possibilidade de haver retorno a um estado natural, ao ecossistema anteriormente encontrado, já a área considerada alterada ou perturbada é uma área que posterior ao impacto, detém de alguma forma possibilidade de regeneração biótica, possuindo capacidade de regeneração natural.

Uma das alternativas tendo em vista as degradações ambientais está no Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), no qual deve ser desenvolvido a fim de suprir as necessidades do local degradado, considerando suas características. Esse projeto tem de deixar claros os objetivos necessários nos quais irão buscar a recuperação ou restauração da área.

Esses objetivos devem possuir fundamentação nos fatores bióticos e abióticos do meio em questão e nos conhecimentos secundários que referenciam o impacto gerado, a resiliência das espécies vegetais e a sucessão secundária.

O sucesso de um projeto de recuperação de áreas degradadas é evidenciado em função da sobrevivência e desenvolvimento das mudas plantadas – quando em referência à vegetação – ou quando há o retorno de qualidades ambientais originais ou próximas das mesmas. Os resultados finais também devem ser apresentados aos órgãos competentes, mesmo que posteriormente.

E se por algum motivo as metas estabelecidas no PRAD não forem alcançadas, o estudo e o projeto deverão passar por reavaliação e novas técnicas, não utilizadas, devem ser propostas.

Trabalhar ambientes degradados e perturbados é preciso, mesmo que não seja possível voltar ao que era antes. Os ecossistemas estão cada vez mais em desequilíbrio, o tempo de agir é o agora.

 

Victor Aragão
Victor Aragão

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