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Coluna Meio Ambiente em Foco de Victor Aragão – Por trás das Unidades de Conservação

Coluna Meio Ambiente em Foco de Victor Aragão – Por trás das Unidades de Conservação

Data do período da Idade Média o aparecimento das primeiras áreas protegidas ambientalmente. Nessa época, não se via a necessidade ou mesmo objetivos socioeconômicos, mas sim o fato de proteger os “espaços de reprodução de mitos, memórias de ocorrências históricas ou tabus, éditos reais, à proteção de fontes de água, caça, plantas medicinais e outros recursos”, como traz os pesquisadores Agostinho Campos e Selma de Castro, em seus trabalhos à Revista Científica Terra Livre, de Goiânia.

Basicamente, as áreas de proteção de meio ambiente surgiram a resguardar a fauna e flora dos diferentes biomas, ecossistemas e ambientes, bem como limitar o uso indiscriminado e desregrado de recursos e de habitats naturais, em específico.

Mundialmente, no século XIX, com o início do Parque Nacional de Yellowstone, em 1872 nos Estados Unidos, as Unidades de Conservação foram reconhecidas, trazendo consigo a proteção dos elementos cênicos, valorizando ainda as gerações futuras em relação ao lazer e os componentes históricos.

Em território e âmbito brasileiros, os fatos relativos à busca da proteção do meio ambiente e natureza começaram a engatinhar no ano de 1876, com a criação de importantes parques nos rios Araguaia e Paraná. Mas a utilização do termo “Unidade de Conservação” ganhou reconhecimento e força em 1937, com o Parque Nacional de Itatiaia.

Em termos gerais, a importância das Unidades de Conservação se baseia, primordialmente, na manutenção do equilíbrio dos ambientes naturais, fornecendo a chance dos meios bióticos e abióticos de estarem nos seus direitos circunstanciais naturais. E muito além da preservação, a questão da mitigação vem à tona, uma vez que ambientes já degradados também vêm a evoluir com a criação dessas áreas.

Muito mais importante do que mitigar, é buscar meios para proteger os ambientes ainda intocados ou mesmo pouco influenciados antropicamente. Além das inúmeras ações que governos e organizações propõem, não há dúvidas de que o ponto crucial está em cada indivíduo, em aprender de fato a pensar em sociedade, como parte de um todo, que os direitos devem ser estabelecidos de maneira equivalente e igualitária.

 

Victor Aragão
Victor Aragão

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