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Por que conflitos geopolíticos como Irã-EUA afetam o mercado financeiro?

Por que conflitos geopolíticos como Irã-EUA afetam o mercado financeiro?

A tensão entre os países cresceu após o ataque de drones realizado pelos Estados Unidos no Irã

Por que conflitos geopolíticos como Irã-EUA afetam o mercado financeiro?

 

Nos últimos dias, a tensão no Oriente Médio aumentou. Após o ataque de drones dos Estados Unidos, responsável pela morte de Qassem Soleimani, general da Guarda Revolucionária Iraniana, o mercado financeiro passou a acompanhar atentamente a desavença para manter a estabilidade da Bolsa de Valores e outros índices econômicos.

A possibilidade de um conflito armado entre os dois países caiu como uma bomba no mercado financeiro. A Ibovespa, por exemplo, teve três quedas consecutivas, o que interrompeu a sequência de altas em 2019.

Desdobramentos da ação dos Estados Unidos

Depois do ataque ocorrido na primeira semana do ano, economistas começaram a acompanhar os desdobramentos de uma possível guerra entre Estados Unidos e Irã. As primeiras reações após o ataque foram a queda da Ibovespa e a alta do dólar.

O mercado ainda esperava a manifestação de outros países, principalmente das potências China e Rússia, para avaliar os possíveis envolvimentos nesse confronto.

Como o Irã é um dos maiores produtores de petróleo do mundo, muito se falou sobre a alta nos preços dessa matéria-prima, caso os Estados Unidos impusessem um embargo contra o país.

Dias após o ataque dos Estados Unidos, o Irã respondeu com um bombardeio de mísseis que atingiu bases iraquianas que abrigavam militares norte-americanos. A tensão só se apaziguou após o discurso de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, no último dia 8.

Donald Trump fez um discurso moderado e enfatizou que os Estados Unidos não pretendem entrar em uma guerra com o Irã. A partir disso, os especialistas consideram que, assim como a Guerra Fria, o possível conflito ficará muito mais na retórica do que em ações armadas.

Interferência nos preços de Petróleo

O principal receio dos economistas brasileiros se deve à alta nos preços do petróleo. Muito se comentou sobre o possível fechamento da Esteira de Ormuz, localidade que liga o Oceano Índico ao Golfo Pérsico, responsável pelo escoamento de 20% da produção global de petróleo.

Se o bloqueio ocorrer, os preços do petróleo devem disparar no mercado mundial. Com menos oferta, provavelmente, haveria uma alta nas cotações, o que atingiria em cheio a economia mundial.

Se referindo ao Brasil, caso isso aconteça, a expectativa é que a elevação no valor dos combustíveis fizesse uma pressão na inflação, já tensionada pelo aumento dos preços da carne bovina no fim do ano passado.

Em meio ao conflito, a Petrobras, junto ao governo federal, optou por não interferir, não realizando nenhuma ação para segurar e estabilizar os preços dos combustíveis no Brasil.

Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras, buscou tranquilizar investidores, reforçando a falta de possibilidade do fechamento de uma das principais rotas de petróleo do mundo.

Muita cautela no mercado financeiro nacional

Os economistas estão bastante cautelosos atualmente. Ainda é muito cedo para prever as consequências do conflito entre Estados Unidos e Irã. O momento é de atenção e cautela em investimentos e na manipulação de aplicações.

Apesar de ser imprevisível, a tendência é que não haja nenhuma mudança significativa na Bolsa de Valores e que o dólar se estabilize na casa dos R$ 4. Em relação ao Ibovespa, economistas também seguem confiantes na manutenção da tendência de alta e em possíveis novos recursos da bolsa, como foi em 2019.

A tensão sob o conflito entre os dois países fez com que muitas outras nações se manifestassem em apoio a um ou outro. Com isso, muito se fala sobre uma possível entrada do Brasil no conflito. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro brincou, afirmando que o país não tem poderio bélico para opinar.

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