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Relembrar é viver: como passear por boas memórias pode nos ajudar emocionalmente na quarentena

Relembrar é viver: como passear por boas memórias pode nos ajudar emocionalmente na quarentena

Tours virtuais e funcionalidades que relembram fotos e momentos vividos são opções para trazer ânimo durante o isolamento social

Relembrar é viver: como passear por boas memórias pode nos ajudar emocionalmente na quarentena

 

Há momentos que ficam marcados na nossa lembrança de uma forma especial. Eles podem ser uma viagem, como as da Princesa ônibus, um encontro com alguém querido, um dia simples passado entre amigos ou mesmo o cheirinho da casa dos avós durante a infância.

Essas memórias afetivas trazem conforto emocional e nos ajudam a enfrentar situações difíceis, como a solidão do isolamento social e da quarentena.

Há diferentes formas de ativar esses pedacinhos de conforto e reviver, mesmo que temporariamente, as boas sensações que eles nos trazem. Que tal descobrir algumas formas de relembrar o passado e desenhar planos para o futuro?

Memória olfativa

Perfumes e aromas são formas muito fáceis e rápidas de ativar as boas lembranças. O cheirinho do bolo recém-saído do forno pode remeter à infância, enquanto o de algumas flores, como crisântemo, remetem aos funerais e ao luto.

O aroma da terra molhada, da grama cortada ou da brisa do mar direcionam as ideias às viagens, o perfume preferido do namorado traz para perto o momento do primeiro encontro e assim por diante.

Isso ocorre porque o olfato está diretamente ligado às nossas lembranças e acionam exatamente essa parte do cérebro. Assim, sensações boas e ruins que possam ser conectadas a esses aromas são ativadas.

Redes sociais

Elas já contam com um recurso bacana que também auxilia o conforto emocional: a funcionalidade “lembrança”, que mostra, diariamente, o que foi postado naquele dia em anos anteriores.

É por meio desse simples botão que podemos lembrar de momentos e pensamentos que poderiam cair no esquecimento para sempre. Uma frase, uma sensação, uma foto de anos atrás trazem novamente à realidade o que foi vivenciado.

Visitas virtuais

Diversas instituições, como museus e centros culturais, já contam com visitas on-line que ajudam a apresentar um pouco dos espaços, acervos e mostras expostas aos visitantes.

Há atrações turísticas, como templos e até o zoológico paulista, que também realizam transmissões ao vivo. As famosas “lives” mostram cantinhos, curiosidades e atrativos dos locais, podendo instigar uma visita quando a pandemia do novo coronavírus acabar ou mesmo recordar passeios que foram feitos nesses lugares.

Fotos impressas

Com o advento das máquinas fotográficas digitais, pouca gente passou a imprimir/revelar as fotos. Os equipamentos modernos fazem com que possamos tirar muito mais retratos do que no passado, além de poder visualizar o resultado imediatamente. Porém, com o passar do tempo, as lembranças acabam esquecidas em algum arquivo virtual.

Ter fotos em papel torna o acesso a elas mais fácil e ajuda a materializar as sensações vivenciadas. Também faz com que a nostalgia possa ser tocada e revisitada a qualquer momento, podendo, inclusive, conter anotações no verso para relembrar e destacar o que estava passando pela mente de quem está naquele singelo pedaço de papel.

Fazer álbuns, colocar porta-retratos e quadros espalhados pela casa são formas de ter sempre ao alcance dos olhos o que faz e fez bem, colaborando com a saúde mental.

Ajuda emocional

O saudosismo de fotos, vídeos e tours virtuais pode ser benéfico para a saúde emocional das pessoas durante a quarentena e até o lockdown. Ativar as recordações, além de ser reconfortante, ajuda o organismo a liberar enzimas de bem-estar, como a serotonina, colaborando para que a pessoa fique mais alegre.

Também há o fator motivacional de recordar e se programar para reviver o que está sendo visto em fotos, vídeos e passeios virtuais. A pessoa pode trazer à mente detalhes dos quais não recordava e sentir a vontade de retornar ao destino, fazendo planos e criando um propósito para quando a pandemia passar.

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