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Montes Claros – Doença de Parkinson: Santa Casa realiza cirurgia inédita

Montes Claros – Doença de Parkinson: Santa Casa realiza cirurgia inédita

Passado o procedimento, realizado com sucesso, a paciente se recupera bem e encontra-se animada para voltar às atividades cotidianas. “Eu estava ansiosa para fazer a cirurgia, considerada a única solução para a doença, e, graças a Deus e à equipe da Santa Casa, o procedimento deu certo, e eu já me sinto muito bem”, diz.
Passado o procedimento, realizado com sucesso, a paciente se recupera bem e encontra-se animada para voltar às atividades cotidianas. “Eu estava ansiosa para fazer a cirurgia, considerada a única solução para a doença, e, graças a Deus e à equipe da Santa Casa, o procedimento deu certo, e eu já me sinto muito bem”, diz.

Foi realizada, pela primeira vez, no interior de Minas Gerais, na Santa Casa de Montes Claros, totalmente pelo SUS, a cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda (Implante de Eletrodo para Estimulação Cerebral), indicada para auxiliar o tratamento de Doença de Parkinson Refratária.

O procedimento é indicado para tratar os sintomas da doença, neurodegenerativa e progressiva, que causa perda de neurônios, e, consequentemente, sintomas como rigidez muscular, falta de movimentos, tremores, dor, depressão, dentre outros.

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O responsável pela cirurgia, o neurologista Gustavo Veloso Lages, explica que o procedimento é indicado a pacientes com até 75 anos, com mais de cinco anos de doença e que apresentam rigidez, tremores e perda de movimentos dos braços e das pernas.

“A cirurgia consiste na implantação de um eletrodo em uma área específica do cérebro, que irá estimular ou inibir a área que está comprometida, resultando e melhora imediata dos sintomas da doença”, afirma.

Ele explica ainda que a paciente submetida ao procedimento inédito apresentava o grau máximo da doença, e fazia tratamento há cinco anos, com uso de medicação e assistência multidisciplinar (médicos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos).

“Devido à evolução dos sintomas, a paciente apresentava dependência de outras pessoas para realizar atividades e movimentos básicos, como tomar banho, se alimentar e se locomover. Agora, após a cirurgia, ela se encontra independente, conseguindo fazer tudo o que antes era impossível, com ganhos para a qualidade de vida”.

O médico ressalta que, apesar dos riscos, os benefícios da cirurgia são significativos, haja vista que os pacientes passam a ter uma vida normal, com volta ao convívio familiar e social.

Passado o procedimento, realizado com sucesso, a paciente se recupera bem e encontra-se animada para voltar às atividades cotidianas. “Eu estava ansiosa para fazer a cirurgia, considerada a única solução para a doença, e, graças a Deus e à equipe da Santa Casa, o procedimento deu certo, e eu já me sinto muito bem”, diz.