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“Acho que foi golpe”, diz delegado Marcelo Freitas, deputado do PSL mineiro

“Acho que foi golpe”, diz delegado Marcelo Freitas, deputado do PSL mineiro

Estimulada a ser comemorada nos quartéis pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), a data da intervenção militar no governo, Congresso e Judiciário, em 31 de março de 1964, não demonstra consenso dentro do diretório mineiro da sigla do presidente. O deputado federal Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), por exemplo, disse à coluna acreditar que houve, de fato, um golpe militar em 1964, mas que o Brasil tem “problemas demais” para que se fique perdendo tempo para analisar a questão passada. 

Delegado Marcelo Freitas assumirá a CCJ a partir de 2020
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“Eu penso assim: o país tem problemas demais pra ficar pensando nisso. Acho que foi golpe, sim, na minha avaliação, mas isso é passado. É hora de focar as pautas econômicas e tirar o país da crise”, argumentou o delegado.

Por outro lado, Cabo Junio Amaral (PSL-MG) defendeu que a data merece celebração e promete realizar uma comemoração no próximo domingo. “O partido não sinalizou nada sobre a data, e nem vou esperar. Vou, sim, comemorar e elaborar algum atividade em comemoração, mesmo que em ato simbólico. Consideramos isso um ato importante para nossa democracia, as Forças Armadas lutaram ao lado do povo e impediram que o comunismo dominasse o país. Infelizmente, demorou para que o processo democrático fosse regularizado pelas eleições diretas, mas a data é muito importante”, defendeu.

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